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quarta-feira, 11 de junho de 2014

12 de junho - Nascimento do Zé Povinho. Portugal assina o tratado de adesão à CEE.

Primeira caricatura do "Zé Povinho" in "A Lanterna Mágica" (1875).

Surgiu pela primeira vez na 5ª edição do periódico "A Lanterna Mágica", a 12 de Junho de 1875, na charge intitulada "Calendário Portuguez", alusiva aos impostos, onde se representa o então Ministro da Fazenda, Serpa Pimentel, a sacar ao Zé Povinho uma esmola de três tostões para Santo António de Lisboa (representado por Fontes Pereira de Melo) com o "menino" (D. Luís I) ao colo, tendo ao lado o comandante da Guarda Municipal, de chicote na mão, presente para prevenir uma eventual resistência.
Figura: Zé Povinho retirada da Revista Álbum “Rafael Bordalo Pinheiro” – Ano 1915.

terça-feira, 10 de junho de 2014

"Al-Rábita - A Serra e o Homem"


 
Veja mais em: http://www.jornaldearqueologia.net/2014/06/documentario-revela-patrimonio-cultural.html#sthash.XFldQgTR.dpuf




10 de junho



O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580, o Dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal e também um feriado nacional de Portugal.
Durante o Estado Novo, de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses.



domingo, 8 de junho de 2014

MONSERRATE - UM LOCAL A (RE)VISITAR



O Parque de Monserrate é uma das mais belas criações paisagísticas do Romantismo realizada por Sir Francis Cook. Esta antiga propriedade rural de 33 hectares alberga uma notável coleção botânica com espécies de todo o mundo, plantadas por zonas de origem, compondo cenários contratantes ao longo de caminhos sinuosos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas.
O Palácio de Monserrate foi construído em 1856, sob projeto do arquiteto inglês James T. Knowles, para residência de verão da família Cook. Tendo como base as ruínas da mansão neogótica edificada por Gerard de Visme no século XVIII, é um testemunho impar do espírito eclético de Oitocentos.

A Cidadela de Cascais





 A Cidadela de Cascais localiza-se na margem direita do rio Tejo e trata-se de um complexo fortificado que compreende o Forte de Nossa Senhora da Luz de Cascais, e a Torre de Santo António de Cascais.
O conjunto tinha a função de defesa daquele trecho da costa, acesso à capital, Lisboa.
Foi na baía de Cascais que o duque de Alba desembarcou, em 1580, para tomar posse de Portugal em nome de Filipe II de Espanha.
No contexto da Restauração da Independência, a praça-forte de Cascais passou a coordenar a linha de fortificações defensivas da margem direita do Tejo, como por exemplo o Forte de Crismina, o Forte de Nossa Senhora da Conceição e o Forte de Nossa Senhora da Guia, entre outros.
No contexto da Guerra Peninsular foi em Cascais que o general Jean-Andoche Junot se instalou. Aqui também assinou a sua rendição (1808).
Foi da Cidadela que partiu, em 1810, para a batalha do Buçaco, o Regimento de Infantaria de Cascais, sob a proteção de Santo António, cuja imagem ainda se encontra na Cidadela.
Foi na Cidadela que se inaugurou, a 28 de Setembro de 1878, a iluminação elétrica no país.
A Cidadela foi utilizada como residência real a partir de 1871, nela tendo falecido o rei D. Luís I. Foi em Cascais que a Família Real Portuguesa começou a ir à praia. A partir de então diversas famílias importantes começaram a estabelecer-se ali, erguendo os seus palácios, o que transformou a povoação numa comunidade cosmopolita.
Após a Implantação da República Portuguesa, o Palácio ficou dependente da Presidência da República, tendo sido utilizado sobretudo por Óscar Carmona que ali viveu quase todo o tempo em que foi Presidente da República.

 

sábado, 7 de junho de 2014

6 de junho - Dia do Agrupamento


No dia 6 de Junho, a nossa escola recebeu as outras escolas do agrupamento, a fim de todos participarmos de um dia de atividades conjunto. A disciplina de História e Geografia de Portugal, além da exposição “ Rota das palavras e dos produtos”, contribuiu com a organização de um espaço onde os alunos e a comunidade podiam efetuar jogos didáticos e desafios de vários tipos e suportes: jogos no computador, barras cronológicas e mapas, palavras cruzadas e puzzles, entre outros. Foi uma tarde simpática em que houve o melhor relacionamento e interesse de todos os que passaram por lá.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

7 de junho de 1494 - O Tratado de Tordesilhas


O Tratado de Tordesilhas, assinado na povoação castelhana de Tordesilhas em 7 de Junho de 1494, foi celebrado entre o Reino de Portugal e o recém-formado Reino da Espanha para dividir as terras "descobertas e por descobrir" por ambas as Coroas fora da Europa. Este tratado surgiu na sequência da contestação portuguesa às pretensões da Coroa espanhola resultantes da viagem de Cristóvão Colombo, que um ano e meio antes chegara ao chamado Novo Mundo, reclamando-o oficialmente para Isabel, a Católica.
O tratado definia como linha de demarcação o meridiano a 370 léguas a oeste da ilha de Santo Antão no arquipélago de Cabo Verde. Esta linha estava situada a meio-caminho entre estas ilhas (então portuguesas) e as ilhas das Caraíbas descobertas por Colombo, no tratado referidas como "Cipango" e Antília. Os territórios a leste deste meridiano pertenceriam a Portugal e os territórios a oeste, à Espanha. O tratado foi ratificado pela Espanha a 2 de Julho e por Portugal a 5 de Setembro de 1494.
Para as negociações do Tratado e a sua assinatura, D. João II de Portugal designou como embaixador a sua prima de Castela (filha de uma infanta portuguesa) a D. Rui de Sousa. Os originais de ambos os tratados estão conservados no Arquivo General de Índias na Espanha e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo em Portugal.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

ROTAS DAS PALAVRAS E DOS PRODUTOS

Os alunos do 5º ano realizaram pesquisas, na disciplina de História e Geografia de Portugal,   e elaboraram trabalhos sobre as influências que os portugueses deixaram no império português do século XVI, assim como sobre os produtos e as palavras que trouxeram desses territórios para Portugal.
O empenho dos alunos e a colaboração das famílias permitiram a concretização de trabalhos com grande qualidade científica e estética.
 RM

terça-feira, 3 de junho de 2014

3 de junho de 1926


Salazar torna-se ministro das Finanças, cargo que viria a ocupar apenas durante duas semanas. Demitiu-se alegando que com a falta de ordem no país não podia governar. Regressaria dois anos depois.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Libertação de presos politicos

 
 1, Maio, 1974

Telegramas do encarregado do governo-geral de Moçambique para o ministro do Ultramar sobre a libertação de presos políticos da cadeia de Machava.




 AHU, Ministério do Ultramar, Gabinete do Ministro, Telegramas recebidos, Moçambique
http://www2.iict.pt/index.php?idc=84&idi=21294

quarta-feira, 28 de maio de 2014

28 de maio de 1926

Em 1926, um golpe militar põe fim à 1ª República
 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

23 de maio de 1179 - O papa Alexandre III reconheceu Portugal como reino independente

Manifestis probatum foi uma bula emitida pelo Papa Alexandre III, em 1179, que declarou o Condado Portucalense independente do Reino de Leão, e D. Afonso Henriques, o seu soberano. Esta bula reconheceu a validade do Tratado de Zamora, assinado a 5 de outubro de 1143 em Zamora, pelo rei de Leão, e por D. Afonso Henriques.


Bula Manifestis Probatum
O que é uma Bula?

sábado, 10 de maio de 2014

Palácio dos Marqueses de Fronteira


Construído em 1640, para o primeiro Marquês de Fronteira, D. João de Mascarenhas, herói da Guerra da Restauração, este bonito Palácio situa-se à beira do Parque Florestal de Monsanto, no Largo de São Domingos de Benfica.
O Palácio foi ampliado no século XVIII, em estilo «rocaille», e continua a ser atualmente residência dos 12º Marquês de Fronteira, sendo contudo possível visitar algumas das salas, a biblioteca e o jardim.
Famoso pelos seus inúmeros azulejos de grande beleza e de diferentes temáticas, e pelo seu majestoso jardim de cerca de 5,5 hectares, o Palácio de Fronteira é um oásis na capital Portuguesa.
O interior é igualmente rico, destacando-se a Sala das Batalhas, possuindo belos painéis e azulejos com cenas da Guerra da Restauração, contendo três grandes janelas que se… abrem sobre o Jardim de Vénus, e a Sala da Jantar, adornada com frescos de retratos da nobreza portuguesa.
A Capela, de finais do século XVI, conta no seu interior com um presépio cuja autoria é atribuída a Machado de Castro.
As visitas aos sumptuosos Jardins “à italiana” começam no terraço da capela, com destaque para o Jardim de Vénus e o Jardim Formal do século XVII, onde pontifica a Galeria dos Reis.

 
Para ver mais:
http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-palacio-dos-marqueses-de-fronteira-16629

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Palácio Nacional da Pena


Um olhar histórico, descritivo e visual
No âmbito da visita de estudo realizada ao Palácio Nacional da Pena, os alunos das turmas 6º A e 6º B realizaram trabalhos nas disciplinas de História e Geografia de Portugal, Português e Educação Visual, a partir do enquadramento histórico, descritivo e visual.

 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

23 de abril

A 23 de Abril morreu S. Jorge.
Em 1936 o governo português aprovou a criação da Colónia Penal do Tarrafal.
Em 1974 Otelo Saraiva de Carvalho entregou os envelopes com as instruções para o golpe planeado para a madrugada de 24 para 25 de Abril.

terça-feira, 22 de abril de 2014

22 de abril de 1500

VIAGEM DE PEDRO ÁLVARES CABRAL

Ver mais em:

Réplica da nau de Cabral no Rio de Janeiro

 
Ver mais em:


segunda-feira, 21 de abril de 2014

MEMÓRIAS DO ALJUBE - A PRISÃO DO PENSAMENTO


Os curros eram a imagem de marca do Aljube. “Havia uma ante-câmara que tinha uma prateleira para o preso pôr as coisas que não podia ter consigo: o relógio, o cinto, os cordões dos sapatos. Lá dentro, nada”.
Pormenor dos curros, reconstituídos na Exposição "A Voz das Vítimas", realizada em 2011. Créditos: Fundação Mário Soares

Para ver mais:

http://rr.sapo.pt/a-prisao-do-pensamento/?