Viajar no tempo é uma aventura que nos permite conhecer o nosso passado, cultura, modos de viver e de pensar. Neste espaço poderão encontrar informações sobre temas da disciplina de História e Geografia de Portugal, sugestões de trabalhos e recursos educativos.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Requisitos aplicados às professoras primárias - 1936
Quando as professoras primárias tinham de escolher os maridos nos termos do artigo 9º do Decreto nº 27279 de 24 de novembro de 1936.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
14 de fevereiro de 270
14 de
fevereiro, Dia de São Valentim
Em Roma, no século III, o imperador Claudius II (268-270) proibiu todos os noivados e casamentos, uma vez que não conseguia recrutar novos soldados para as suas legiões. Segundo ele, os homens não queriam abandonar as respetivas noivas ou esposas, dedicando-se, por outro lado, à ação militar. O bispo de Terni, Valentim, contrariou a ordem imperial e continuou a casar os jovens enamorados. Acabou decapitado, no dia 14 de fevereiro de 270. Em 498, foi santificado pelo Papa Gelasius e a sua morte ficou, para sempre, associada aos apaixonados.
13 de fevereiro de 1668 e de 1965
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Campos de concentração em Portugal durante a 1ª Guerra Mundial
Cerca de mil
alemães foram internados em campos de concentração em Portugal. Durante a
primeira grande guerra, que começou há cem anos, o governo juntou os alemães
que se encontravam no país e obrigou-os a viver aprisionados em Peniche, Caldas
da Rainha e Angra do Heroísmo.
Para saber mais:
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Princesa Santa Joana - 6 de fevereiro de 1452
Princesa de Portugal, filha do rei D. Afonso V e da rainha, sua mulher, D. Isabel, nasceu em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1452 e faleceu no convento de Aveiro a 12 de Maio de 1490.
O nascimento desta princesa causou o maior entusiasmo e alegria, por não haver sucessor, e logo no berço foi jurada em cortes por princesa herdeira do reino, titulo que pela primeira vez se dava em Portugal.
O nome de Joana, que recebeu no batismo, fora em memória de S. João Evangelista, a que sua mãe consagrava cordial afeto. Desde muito criança mostrou tendências para a vida religiosa. Tinha 15 anos quando faleceu a rainha sua mãe, e D. Afonso V logo lhe deu casa com a mesma grandeza e fausto, e por mordomo, primeiramente a Fernão Telo de Menezes, do seu conselho, e depois a D. João de Lima, 2.º visconde de Vila Nova da Cerveira. A princesa continuou na sua vida religiosa, tornando-se digna da admiração de todos pelas suas elevadas virtudes, e pela forma com que ao decoro da sua pessoa unia os rigores da maior austeridade, porque no público ostentava pelas galas a pompa e fausto senhoril, e no interior ocultava por baixo delas a estamenha grosseira, o cilício e outros instrumentos de penitencia.
Não faltava nas festas e nas danças com o semblante alegre, mas não perdia um só momento de se entregar com humildade ao jejum, à oração, e sobretudo às muitas esmolas que repartia com largueza, e por sua própria mão aos pobres. Chegou a ter por divisa, pela sua grande devoção, e a mandar pintar uma coroa de espinhos em todas as salas do seu paço, fazendo-a gravar em sua prata, e esmaltar em todas as suas joias.
Alguns príncipes desejaram tê-la por esposa; Luís XI, rei de França, pediu-a em casamento para o delfim seu filho; Maximiliano, rei dos romanos, filho do imperador Frederico III; [Ricardo III], rei de Inglaterra; porém a santa princesa todos rejeitou, porque o seu maior desejo era consagrar-se a Deus.
Para saber mais: http://www.arqnet.pt/dicionario/joana_santa.html
Para saber mais: http://www.arqnet.pt/dicionario/joana_santa.html
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
PANTEÃO NATIONAL
A maldição de Santa Engrácia
A
história do monumento remonta aos finais do século XVI, quando uma igreja foi
ali erguida por vontade da infanta D. Maria, filha do Rei D. Manuel I e devota
de Santa Engrácia. Em 1630 deu-se na igreja um roubo sacrílego, tendo sido
arrombado o sacrário. Foi dado como culpado o hebreu Simão Pires Solis, que foi
queimado vivo, lê-se no Guia de Portugal, de Raul Proença. Ele ao passar por
aqui terá dito: Tão certo é eu ser inocente como esta igreja nunca ser acabada”.
A
‘maldição’ estava lançada. “Quando estão a decorrer as obras, há uma tempestade
e essa primitiva igreja vai ruir”, continua a diretora.
A
primeira pedra do edifício que hoje podemos visitar foi lançada em 1682. A obra
ficou a cargo do mestre João Antunes, que desenhou um edifício barroco muito
inspirado nas igrejas italianas. O arquitecto morre em 1712 e a igreja vai
permanecer inacabada, fica sem cúpula. Entretanto é entregue ao exército, chega
a ser fábrica de calçado e depósito de armamento. Para o espaço não ficar a céu
aberto, o vazio é coberto com uma calote de ferro e vidro.
A
criação de um Panteão Nacional chega em 1836 pela mão de Passos Manuel, na
sequência dos ideais da Revolução Francesa. Aparece a necessidade de um Panteão
Nacional em que as pessoas são acolhidas pelos feitos extraordinários que
desenvolveram ao longo da vida. Por isso não há reis sepultados em Santa
Engrácia. Em 1916 é determinado que vai ser esta igreja a desempenhar essa função
– mas permanece inacabada.
Até
que em 1966, passados quase três séculos sobre o lançamento da primeira pedra,
a cúpula é concluída.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
1 de fevereiro de 1893
A Portuguesa, nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África no denominado "Mapa cor-de-rosa".
Em Portugal, a reação popular contra os ingleses e contra o governo português, que permitiu esse género de humilhação, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano.
Data: 1890 (versão original)
I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Canhões
marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Canhões
marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões
marchar, marchar!
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Restauro do salão nobre do Palácio Nacional da Pena
Três anos de trabalho, muitos colaboradores e um investimento que ronda os 263.000 euros foram necessários para a reconstituição do Salão Nobre do Palácio da Pena, que de acordo com António Lamas, presidente da Parques Sintra-Monte Lua, que gere o monumento nacional, "é uma peça central deste projecto romântico e eclético".
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| Antes do restauro |
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| Depois do restauro |
Para ver mais imagens:
http://www.publico.pt/n1620929
domingo, 26 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
3 de janeiro de 1960 - Fuga de Álvaro Cunhal da prisão de Peniche
A famosa fuga de Peniche foi uma das mais espectaculares da história do fascismo português, por se tratar de uma das prisões de mais alta segurança do Estado Novo. No dia 3 de Janeiro de 1960 evadem-se do forte de Peniche: Álvaro Cunhal, Joaquim Gomes, Carlos Costa, Jaime Serra, Francisco Miguel, José Carlos, Guilherme Carvalho, Pedro Soares, Rogério de Carvalho e Francisco Martins Rodrigues.No fim da tarde pára na vila de Peniche, em frente ao forte, um carro com o porta-bagagens aberto. Era o sinal de que do exterior estava tudo a postos. Quem deu o sinal foi o actor, já falecido, Rogério Paulo. Dado e recebido o sinal, no interior do forte dá-se início à acção planeada. O carcereiro foi neutralizado com uma anestesia e com a ajuda de uma sentinela - José Alves - integrado na organização da fuga, os fugitivos passaram, sem serem notados, a parte mais exposta do percurso. Estando no piso superior, descem para o piso de baixo por uma árvore. Daí correm para a muralha exterior para descerem, um a um, através de uma corda feita de lençóis para o fosso exterior do forte. Tiveram ainda que saltar um muro para chegar à vila, onde estavam à espera os automóveis que os haviam de transportar para as casas clandestinas onde deveriam passar a noite.
Álvaro Cunhal passou a noite na casa de Pires Jorge, em São João de Estoril, onde ficaria a viver durante algum tempo.
Esta fuga só foi possível graças a um planeamento muito rigoroso e uma grande coordenação entre o exterior e o interior da prisão.
A fuga da prisão de Peniche contada por Álvaro Cunhal
Para saber mais:
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
27 de dezembro de 1703 - Tratado de Methuen
Ao longo do tempo, a vigência desse acordo levou grande parte dos produtores agrícolas de Portugal a utilizarem as suas terras cultiváveis para a produção de vinho. No entanto, essa mesma prática impedia que a economia portuguesa se voltasse para o desenvolvimento de outras atividades que pudessem dinamizar a sua economia. A demanda portuguesa por tecidos era bem maior do que a riqueza produzida pela venda do vinho à Inglaterra e, desse modo, os portugueses acumularam grandes dívidas geradas pela necessidade crescente de se consumir os produtos ingleses manufaturados.
Na segunda metade do século XVIII, o marquês de Pombal, principal ministro do rei D. José I, tomou medidas cujo objetivo seria de reverter essa situação. Contudo, o desinteresse da aristocracia portuguesa impedia que um projeto de modernização econômica se estabelecesse naquelas terras.
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| Barcos-rabelos |
O Tratado de Methuen, também referido como Tratado dos Panos e Vinhos, foi assinado entre a Inglaterra e Portugal, em 27 de Dezembro de 1703. Foram seus negociadores o embaixador extraordinário britânico John Methuen, por parte da Rainha Ana da Inglaterra, e D. Manuel Teles da Silva, Marquês de Alegrete. Pelos seus termos, os portugueses se comprometiam-se a consumir os têxteis britânicos e, em contrapartida, os britânicos, os vinhos de Portugal.
Com três artigos, é o texto mais reduzido da história diplomática europeia:
"I. Sua Majestade ElRey de Portugal promete tanto em Seu proprio Nome, como no de Seus Sucessores, de admitir para sempre daqui em diante no Reyno de Portugal os Panos de lãa, e mais fábricas de lanificio de Inglaterra, como era costume até o tempo que forão proibidos pelas Leys, não obstante qualquer condição em contrário.
II. He estipulado que Sua Sagrada e Real Magestade Britanica, em seu proprio Nome e no de Seus Sucessores será obrigada para sempre daqui em diante, de admitir na Grã Bretanha os Vinhos do produto de Portugal, de sorte que em tempo algum (haja Paz ou Guerra entre os Reynos de Inglaterra e de França), não se poderá exigir de Direitos de Alfândega nestes Vinhos, ou debaixo de qualquer outro título, directa ou indirectamente, ou sejam transportados para Inglaterra em Pipas, Toneis ou qualquer outra vasilha que seja mais o que se costuma pedir para igual quantidade, ou de medida de Vinho de França, diminuindo ou abatendo uma terça parte do Direito do costume. Porem, se em qualquer tempo esta dedução, ou abatimento de direitos, que será feito, como acima he declarado, for por algum modo infringido e prejudicado, Sua Sagrada Magestade Portugueza poderá, justa e legitimamente, proibir os Panos de lã e todas as demais fabricas de lanificios de Inglaterra.
III. Os Exmos. Senhores Plenipotenciários prometem, e tomão sobre si, que seus Amos acima mencionados ratificarão este Tratado, e que dentro do termo de dois meses se passarão as Ratificações."
II. He estipulado que Sua Sagrada e Real Magestade Britanica, em seu proprio Nome e no de Seus Sucessores será obrigada para sempre daqui em diante, de admitir na Grã Bretanha os Vinhos do produto de Portugal, de sorte que em tempo algum (haja Paz ou Guerra entre os Reynos de Inglaterra e de França), não se poderá exigir de Direitos de Alfândega nestes Vinhos, ou debaixo de qualquer outro título, directa ou indirectamente, ou sejam transportados para Inglaterra em Pipas, Toneis ou qualquer outra vasilha que seja mais o que se costuma pedir para igual quantidade, ou de medida de Vinho de França, diminuindo ou abatendo uma terça parte do Direito do costume. Porem, se em qualquer tempo esta dedução, ou abatimento de direitos, que será feito, como acima he declarado, for por algum modo infringido e prejudicado, Sua Sagrada Magestade Portugueza poderá, justa e legitimamente, proibir os Panos de lã e todas as demais fabricas de lanificios de Inglaterra.
III. Os Exmos. Senhores Plenipotenciários prometem, e tomão sobre si, que seus Amos acima mencionados ratificarão este Tratado, e que dentro do termo de dois meses se passarão as Ratificações."
Ao longo do tempo, a vigência desse acordo levou grande parte dos produtores agrícolas de Portugal a utilizarem as suas terras cultiváveis para a produção de vinho. No entanto, essa mesma prática impedia que a economia portuguesa se voltasse para o desenvolvimento de outras atividades que pudessem dinamizar a sua economia. A demanda portuguesa por tecidos era bem maior do que a riqueza produzida pela venda do vinho à Inglaterra e, desse modo, os portugueses acumularam grandes dívidas geradas pela necessidade crescente de se consumir os produtos ingleses manufaturados.
Na segunda metade do século XVIII, o marquês de Pombal, principal ministro do rei D. José I, tomou medidas cujo objetivo seria de reverter essa situação. Contudo, o desinteresse da aristocracia portuguesa impedia que um projeto de modernização econômica se estabelecesse naquelas terras.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Sepultura de mulher com 8000 anos descoberta em Alcácer do Sal
Esqueleto estava num monte de conchas perto do rio Sado, deixadas lá pelos últimos caçadores-recolectores em território português. Não muito longe, tinha-se já encontrado um cão com 7600 anos.

Colocaram-na cuidadosamente de costas, com os braços sobre a barriga e as pernas bastante fletidas, e assim ficou em repouso durante cerca de 8000 anos. Anunciada esta quinta-feira, a descoberta é da equipa de Mariana Diniz, da Universidade de Lisboa, e Pablo Arias, da Universidade da Cantábria (Espanha), coordenadores do projeto Sado-Meso, que se centra nos concheiros do estuário do Sado.
O concheiro de Poças de São Bento é um desses amontoados de conchas deixados pelos últimos caçadores-recolectores, no Mesolítico, quando as sociedades agro-pastoris estavam já a emergir no território agora português. E as conchas eram restos da alimentação que os caçadores-recolectores retiravam do Sado, como berbigão, amêijoas, douradas e robalos.
Este mesmo concheiro já tinha dado uma prenda aos investigadores do projeto Sado-Meso em 2011: encontraram o esqueleto de um cão, o Piloto, que datações por radiocarbono, realizadas na Universidade de Oxford, Reino Unido, confirmaram que tinha 7600 anos.
Claramente documentada numa escavação, é a sepultura de um cão mais antiga do Sul da Europa. Este cão mesolítico, sublinhou na altura a equipa, é importante para compreender o universo mental destes grupos de caçadores-recolectores. Mulher e cão partilharam assim o mesmo concheiro na hora da morte. “Mas não podemos dizer que é ela era a dona do cão”, diz a arqueóloga, trazendo-nos de volta à realidade mais objetiva da ciência. “Estão no mesmo concheiro, mas aparentemente, pelos dados que temos agora, a zona da necrópole humana e o cão estão separados 10 a 15 metros. Temos a necrópole humana mais a nascente e o cão está no limite poente do concheiro.” Embora ainda sem datações, o esqueleto da mulher parece ser um pouco mais antigo que o do cão, uma vez que ela encontra nas areias de base do concheiro. “Em pré-história, um pouco mais antigo pode ser 300 ou 400 anos...”
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
6 de dezembro de 1383 e de 1925
Foi preso um dos grandes burlões da história portuguesa: Artur Alves dos Reis. D. João, Mestre de Avis, matou o conde de Andeiro.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
5 de Dezembro de 1496: D. Manuel I assina o decreto da expulsão dos Judeus de Portugal
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| Rei D. Manuel I |
Para satisfazer uma exigência feita pelos Reis Católicos de Espanha, Fernando e Isabel, como condição para a realização do casamento de D. Manuel I com a Infanta D. Isabel, filha daqueles reis, o rei de Portugal promulgou em 5 de Dezembro de 1496 o édito de expulsão de judeus e de mouros do território português, tal como os reis espanhóis haviam feito em 1492. O rei D. Manuel I tentou fazer com que a princesa reconsiderasse mas foi tudo em vão. Em 5 de Dezembro de 1496, D. Manuel assinou o decreto de expulsão dos hereges (judeus e mouros), concedendo-lhes o prazo até 31 de Outubro de 1497 para que deixassem o país. Aos judeus, o rei permitiu que optassem pela conversão ou desterro, esperando assim que muitos se batizassem, ainda que apenas pro forma. No que tocava aos judeus, o rei estava plenamente ciente da importância que aquela comunidade representava, nomeadamente na vertente económica. Assim, para os judeus que quisessem receber as águas do Batismo havia liberdade de permanecer. Os que não o fizessem, ficariam sujeitos à pena de morte e ao confisco dos bens. Mais tarde, medidas que dificultavam a saída dos judeus foram implementadas. Mas Espanha pressionava, e a própria infanta D. Isabel manifestou abertamente ao rei a sua posição, ao declarar: "só entrarei em Portugal, quando estiver limpo de infiéis".
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
À DESCOBERTA DA ARTE
Os alunos das turmas do 6º ano, da Escola Básica vale de Milhaços, realizaram a 1ª atividade que se encontra aberta à comunidade, entre os dias 2 e 13 de dezembro. O tema escolhido foi a arte e os trabalhos expostos abordaram a Arte Barroca, no reinado de D. João V e o Urbanismo Pombalino. A criatividade presente nos trabalhos revela o grande envolvimento dos alunos e das famílias que acompanham, de forma muito próxima, a vida escolar dos seus educandos. Parabéns a todos os que se envolveram no projeto e deram o seu melhor para a concretização da atividade. Os docentes do 6º ano.
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domingo, 1 de dezembro de 2013
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