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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Da escola partimos e a História descobrimos-personalidades históricas da toponímia de Vale de Milhaços



Inserida na localidade de Vale de Milhaços, freguesia de Corroios, no concelho do Seixal, a Escola Básica de Vale de Milhaços, comemora este ano o seu 25º aniversário.
Celebrar a sua existência é também recordar e homenagear toda a comunidade educativa que passou por este estabelecimento de ensino.
A articulação desta instituição com a comunidade contribui para a compreensão da realidade envolvente e para a contextualização da escola na história local.
A atividade apresentada foi pensada com o objetivo de possibilitar aos alunos um melhor conhecimento da toponímia da localidade de Vale de Milhaços e da sua relação com a História de Portugal.
Partir da toponímia, da designação dos lugares pelo seu nome, para conhecer personalidades de destaque da História, relacionadas com os conteúdos da disciplina de História e Geografia de Portugal, do 5º ano, do período compreendido entre os séculos XV e XVII, foi o objetivo e o desafio colocado aos alunos.
Pesquisar a informação, elaborar as biografias, realizar os retratos físicos e psicológicos foram pequenas batalhas travadas pelos alunos que permitiram a articulação de conteúdos de Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal, Educação Visual e Tecnológica e Estudo Acompanhado.

A organização

sábado, 12 de maio de 2012

Touro de cerâmica com quase 3 mil anos encontra-se exposto em Beja

No âmbito da empreitada de construção do Troço de Ligação Pisão-Beja do Subsistema de Rega do Alqueva foi recuperada uma escultura milenária de um touro.
A obra de arte em cerâmica, que data do séc. VII/VI a.C. e tem 23 cm de altura, representa um animal em posição de descanso e, dada a sua relevância científica e valor iconográfico, encontra-se em exposição na galeria de exposições da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S.A., em Beja.
A peça, que poderá ser apreciada até ao próximo dia 29 de junho, foi encontrada no sítio arqueológico de Cinco Reis 8, uma necrópole da 1ª Idade do Ferro, que constitui uma das intervenções arqueológicas realizadas pela EDIA no âmbito da minimização de impactos da implantação do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, e que contribui para enriquecer o conhecimento da História da região.


terça-feira, 8 de maio de 2012

EXPOSIÇÃO SOBRE PROBLEMAS AMBIENTAIS

Visita a exposição de trabalhos sobre os problemas ambientais e as respetivas causas e medidas de solução que decorre na Escola Básica de Vale de Milhaços, no Pavilhão A, junto à Biblioteca Escolar, de 7 a 11 de Maio de 2012. Estes trabalhos foram elaborados por alunos das quatro turmas do 9º ano de escolaridade.
Nesta exposição e em diferentes maquetas é possível identificar os grandes problemas ambientais que afetam atualmente o nosso planeta, nomeadamente o aumento do efeito de estufa, a destruição da camada de ozono, as chuvas ácidas, a desflorestação e a poluição das águas. Os trabalhos também retratam as diferentes atividades humanas responsáveis pela degradação ambiental, ao mesmo tempo, que procuram apresentar soluções para diminuir o impacto da ação humana sobre o ambiente.
O grande objetivo desta exposição é alertar e sensibilizar a comunidade escolar para os problemas ambientais e para a necessidade de aplicar medidas que permitam preservar a qualidade ambiental.

Lembra-te: preservar o meio ambiente é uma responsabilidade de todos nós.

Célia Fonseca


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Entrevista a um militar que conheceu as ex-colónias portuguesas em África durante o período da guerra colonial

Germano Mesquita
Quais foram as ex-colónias africanas que conheceu e quais as que se encontravam em guerra com Portugal?
“Conheci Angola, Cabo Verde, Guiné e S. Tomé e Príncipe mas não conheci Moçambique.                      
Destas estavam em guerra Angola, Guiné e Moçambique.”
Qual a colónia onde esteve, em que período e porquê?
“Em comissão de serviço estive na Guiné no período de 1966 a 1968, porque entrei na marinha para cumprir o serviço militar, que naquele tempo era, no mínimo, de 4 anos e em 1966 fui mobilizado para a Guiné.”

 Porque é que havia guerra nessa altura?
“Naquela altura havia guerra porque no passado quase todo o continente africano tinha sido colonizado par vários países da Europa entre os quais Portugal (além de Espanha, França, Bélgica, Inglaterra e outros).
A maioria desses países nos anos 60 já tinham dado independência às suas respetivas colónias mas, Portugal, teimosamente, considerava as colónias africanas como “províncias ultramarinas” e parte integrante do nosso país. Ora os representantes dessas colónias pretendiam a independência das mesmas e então, formaram grupos de guerrilheiros que receberam apoio em instrução, dinheiro e material de guerra para combaterem as nossas tropas.

Pelos anos 1961, 1962 e 1963 esses grupos, instruídos e armados, iniciaram ataques às populações de cidades, vilas e aldeias que colaboravam com as autoridades portuguesas.
O nosso governo, na altura dirigido pelo Dr. Oliveira Salazar, mandou mobilizar tropas para as colónias em guerra, com vista a defender essas zonas onde havia ataques. Inicialmente, essa decisão pereceu-me correta e justa mas só devia ter durado o tempo suficiente para contactos diplomáticos e negociações com vista à independência dessas terras. Não tendo acontecido isso, a guerra prolongou-se por cerca de 13 anos com prejuízos elevados para a economia portuguesa.
Essa guerra só acabou com a revolução levada a cabo pelos militares em Portugal a 25 de Abril de 1974.”

Como viviam a populações dessas terras? Havia boas condições de vida?

“A grande maioria da população vivia miseravelmente quer nas cidades quer nas zonas rurais.
A Guiné nesse tempo (e infelizmente ainda hoje) era um território pequeno, pobre, pouco produtivo e mal administrado.
A população era (e ainda é) constituída por muitas “etnias” (espécies de tribos). Estas “etnias” não tinham grande interligação umas com as outras com exceção dos mestiços oriundos de Cabo Verde.
A marinha e a minha especialidade de Fuzileiro tinham grande importância na Guiné, pelo domínio dos rios e pela segurança às embarcações de comércio.

A população alimentava-se quase exclusivamente de arroz, de algum peixe, da carne de alguns dos seus animais domésticos e fruta (entre as quais banana, manga, papaia, laranja e abacaxi).

A mortalidade infantil era muito elevada devido a estas más condições de vida e a esperança média de vida daquelas pessoas oscilava entre os 45 e os 50 anos.”

Como conseguiam lá viver nesse tempo?
“A adaptação custou um pouco essencialmente devido ao clima (quente e húmido) principalmente na época de Verão e também às melgas e mosquitos que eram uma praga.
A alimentação era razoavelmente boa, tínhamos bons apoios da Marinha e tínhamos tido um bom treino em ambiente adverso; sabíamos o que era andar em pântanos e poupar água (2 litros por 24 horas para beber e para a higiene).
Fora da cidade tive duas situações que foram apenas exceções:
UMA DAS SITUAÇÕES - 3 meses numa ilha à saída do Atlântico, foz do rio Geba, fazíamos segurança à estação radionaval e ao farol para orientação dos navios.
Aí havia cerca de 12 famílias de nativos, nossos amigos, e a ilha tinha cerca de 300 metros de raio. Não havia guerra mas havia falta de alimento pelo que tínhamos de ir à caça às ilhas vizinhas.
OUTRA SITUAÇÃO - 5 meses na ilha Bolama. Era uma ilha europeia mas abandonada, no entanto tinha água excelente quer doce quer a do mar, quase transparente e com boa temperatura, havia fartura de peixe e o clima era ótimo e quase não havia mosquitos porque aí havia uma “comunidade de vampiros” ou seja, morcegos grandes, que de noite deles se alimentavam”.
Deu-se bem com essas condições? Sentiu saudades de casa e da sua família?
“Adaptei-me bem, só custaram os primeiros 2 meses devido ao clima. Estávamos bem preparados e mentalizados.
Senti saudades da família e amigos mas custou-me menos que à maioria dos meus camaradas militares.”
Durante o tempo que esteve na Guiné comeu alguma coisa que fosse fora do habitual?
“Sim, pode parecer estranho mas comi:
-Carne de macaco, sem saber o que era, foi uma brincadeira de mau gosto de uns meus amigos, mais velhos que eu.

-Carne de hipopótamo, que é semelhante à de bovino, pois é herbívoro. Comi por curiosidade e livre vontade.
-Carne de pelicano, por necessidade. Saímos numa missão com duração prevista de 8 dias nos rios e, por dificuldades, prolongou-se até 12 dias.
Como se tinham acabado os nossos alimentos tivemos de recorrer à apanha de peixes e à caça de aves marinhas, porque os nativos só tinha arroz e peixe seco que cheirava muito mal”.

Entrevista a Germano Mesquita (avô materno da aluna)
Madalena Silva 6ºI Nº18



                                                        


quinta-feira, 19 de abril de 2012

D. Nuno Álvares Pereira, importante figura histórica do concelho do Seixal

No dia 19 de abril, o professor Manuel Lima veio à nossa escola falar sobre a vida de D. Nuno Álvares Pereira, como homem, religioso e militar. A sessão foi destinada aos alunos do 5º G e 7º B que ficaram presos à forma como a história foi apresentada e relatada.
Através da viagem até ao século XIV ficámos a conhecer factos reais e "Estórias da História", onde a imaginação se cruza com a realidade.
Para conhecer esta importante figura:

segunda-feira, 16 de abril de 2012

2ªs OLIMPÍADAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

Na quinta-feira dia 12 de Abril tiveram lugar, na Biblioteca Escolar da escola sede do Agrupamento, as provas finais das Olimpíadas do Estudo de Meio/ vertente História de Portugal relativas às turmas do 4.º ano de escolaridade.

Os alunos participaram com empenho na actividade. Foi um sucesso!
Seguidamente procedemos à entrega dos prémios.




A professora Valentina Pereira

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A HERANÇA PORTUGUESA PELO MUNDO

No início do século XV, Portugal deixou o isolamento da Península Ibérica e  aventurou-se pelos oceanos, construindo o império português que podemos relembrar através da visualização deste vídeo.



sábado, 7 de abril de 2012

DEBAIXO DO SOLO DA CIDADE DO PORTO

Por acaso conhecem o que existe debaixo do solo da cidade do Porto...?

Então vejam estas 66 fotos... e não são esgotos.!
A obra foi autorizada por Filipe I (Filipe II de Espanha) e a construção durou 90 anos...!

 
Clique nas miniaturas que aparecem do lado esquerdo. Há 4 páginas...
http://amen5.no.sapo.pt/Album-Subterraneos%20do%20Porto/index.html

segunda-feira, 26 de março de 2012

2ªs Olimpíadas das Ciências Sociais e Humanas



No dia 26 de março realizaram-se as 2ªs Olimpíadas das Ciências Sociais e Humanas, dirigidas aos alunos do 6º ano de História e Geografia de Portugal, do 7º e 8º ano de História e do 7º e 8º ano de Geografia.
Participaram 56 alunos que realizaram um conjunto de provas que abordavam os conteúdos das disciplinas envolvidas.
A prova de História e Geografia de Portugal era constituída por duas partes: uma de consulta com recurso ao acervo documental da Biblioteca Escolar e outra em que os alunos tinham de resolver um conjunto de desafios interativos, com recurso ao computador. As provas de Geografia e de História eram constituídas exclusivamente por jogos interativos.
Os alunos participaram de forma ativa e responsável, sendo de destacar a avaliação positiva feita pelos mesmos.
Estão de parabéns todos os intervenientes, ficando também uma palavra de agradecimento a todos os docentes que colaboraram na atividade.
R.M.

quinta-feira, 15 de março de 2012

ESCOLHAS...

A vida é feita de escolhas, umas boas outras menos boas, no entanto cada um faz as suas próprias escolhas.




 
António Ferreira

VISITA DE ESTUDO AO CASTELO DE S. JORGE



No dia 5 de Março, os alunos, da turma H do 5º Ano, acompanhados pela Directora de Turma e pelos professores das disciplinas de História e Geografia de Portugal e Matemática, participaram numa visita de estudo ao Castelo de São Jorge, em Lisboa.
Os alunos participaram na atividade “Histórias que deixou quem por aqui passou – No tempo de D. Afonso Henriques”.
A atividade, organizada no âmbito da área curricular de História e Geografia de Portugal, foi de encontro aos objectivos propostos. Os alunos realizaram novas descobertas, adquiriram novos conhecimentos e consolidaram os conhecimentos adquiridos ao longo das aulas de História e Geografia de Portugal.
A visita decorreu num ambiente alegre e de boa disposição, proporcionando momentos de convívio entre alunos e professores, contribuindo para um enriquecimento dos valores culturais e patrimoniais.
A docente Luzia Rodrigues

segunda-feira, 5 de março de 2012

"UMA PATA AVENTURA"




Uma das atividades que a disciplina de EMRC faz para os alunos é uma Pata Aventura, uma espécie de Peddy Paper mas de uma forma mais aventuresca... em que cada turma, formando grupos, na aula de EMRC  vai realizar a Aventura no espaço da Escola, numa corrida contra o tempo e também contra os outros grupos, de uma forma saúdavel.
São oito perguntas que têm de ser respondidas e para tal, os grupos terão primeiramente que adivinhar os oito locais onde estarão as respostas para as suas perguntas... É uma correria, de um lado para o outro que além de servir para consolidar aspetos e conteúdos que se deram nas aulas anteriores, também serve para relembrar os locais mais importantes da sua própria Escola.
Os alunos gostaram e ficaram entusiamados. Vamos repetir no próximo Período.
António Lopes (EMRC)

sexta-feira, 2 de março de 2012

ESTÁTUAS DA ILHA DA PÁSCOA

Afinal as estátuas da Ilha da Páscoa têm corpo.

País- Chile
Localização -Oceano Pacífico
Área -163,6 km²
Ponto culminante -507 m
População -4.888

 
 
 
 
 
É incerta a data de ocupação de Páscoa, tanto quanto é incerta a data de colonização das ilhas polinésias. Publicações sobre a ilha de Páscoa registram sua possível ocupação entre 300-400 d.C..


Os Moais são estátuas esculpidas a partir das pedras do vulcão Rano Raraku, dispostas em diversos santuários que tinham em média 5 estátuas. O maior deles, Paro, tem 23 metros e está inacabado.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

“A vida quotidiana no século XIX”

Está a decorrer na Escola Básica de Vale de Milhaços a exposição de trabalhos com o título “A vida quotidiana no século XIX”. A exposição resulta da seleção dos melhores trabalhos realizados pelos alunos do sexto ano. Estes trabalhos resultaram da pesquisa efetuada pelos alunos sobre o tema acima referido que faz parte dos conteúdos programáticos do sexto ano. Os alunos evidenciaram interesse e empenho nesta atividade, como se constata pelos trabalhos realizados, quer em cartolina, quer em maquetes, quer em brochuras, os quais podem ser visitados por toda a comunidade escolar até ao próximo dia 1 de Março.
 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

FORTE DE S. BRUNO

E contra ventos e marés partimos à procura de novas terras. Os marinheiros do 5ºL e 5º M estavam preparados para todos os tipos de intempéries.

Viajamos no tempo e chegamos ao Forte de S. Bruno, edificação construída na época da Guerra da Restauração.

Aí, conhecemos alguns instrumentos náuticos, que nos ajudaram na época dos descobrimentos. Percorremos a Índia, com o seu cheiro a canela, cravinho, noz-moscada e muitas mais especiarias. Abraçamos sua cultura e seus trajes, feitos das mais finas sedas e bordados a ouro, mas esta riqueza era só para algumas castas, o equivalente às classes sociais em que a população portuguesa se dividia.
Deixamos o Oriente e rumamos em direção ao Ocidente - Chegamos ao Brasil reino de tantas cores, frutos e especiarias.
Por fim cansados de percorrer novas terras e outras tantas aventuras regressamos a Vale de Milhaços.
Aprendemos, convivemos, viajamos no tempo e no espaço, ficamos a saber que História é Vida...







sábado, 11 de fevereiro de 2012

Vita Civitatis - a cidade e o quotidiano medieval

A associação dos Amigos dos Castelos abriu as suas portas aos alunos do 5º ano da Escola Básica Vale de Milhaços. O objetivo da visita foi participar de forma viva e interativa numa viagem ao quotidiano medieval e conhecer o modo de vida do clero, da nobreza e do povo.
Os alunos transformaram-se em monges, no rei, na rainha, nos cavaleiros, nos camponeses e participaram ativamente nas atividades propostas pelas monitoras.
A curiosidade era muita e as perguntas não paravam pois queriam saber tudo sobre o quotidiano dos grupos sociais.
Maquete do Castelo de S. Jorge

Rua da cidade medieval

Scriptorio do mosteiro

Salão de uma casa senhorial

Cavaleiro

Feira

Casa dos camponeses












WORKSHOP - DE ANTIQUE PLANTAE

Para compreender a forma como as doenças eram tratadas, completámos a nossa visita com a participação num workshop onde aprendemos a fazer pomada utilizando as plantas.
Começámos por ver as várias plantas que eram utilizadas: alfazema, tomilho, arruda, sálvia, alecrim, salsa, hortelã, coentros e muitas outras.
De seguida ouvimos as explicações sobre a forma como a pomada era feita e todos nós espadulámos a vaselina com o tónico de arnica de forma a fazer a pomada que alguns de nós trouxemos como recordação.
Contacto com as plantas medicinais plantadas no jardim
Apresentação dos ingredientes necessários para a confeção da pomada de arnica


A vaselina é colocada em cima da pedra

A seguir adiciona-se o tónico de arnica

Espadula-se a vaselina e o tónico durante uma hora e obtem-se a pomada para aplicar nas nódoas negras.




















































Visita de estudo à Associação “Amigos dos Castelos”


Foi no dia dois de Março do presente ano que as turmas do 5ºA e 5ºB realizaram uma visita de estudo à Associação “Amigos dos Castelos”. A visita constou de duas actividades, nomeadamente, a realização de um percurso pedestre pelas ruas da Mouraria em volta do castelo de S. Jorge, em que um guia da associação foi salientando as características medievais que ainda restam nalgumas zonas da cidade de Lisboa. Por outro lado, realizou-se uma actividade interactiva, através da reconstituição de alguns passos da vida quotidiana da época medieval. Os alunos demonstraram um vivo interesse nestas atividades, participando com elevado empenho nas actividades propostas.
Professor António Abreu