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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

FORTE DE S. BRUNO

E contra ventos e marés partimos à procura de novas terras. Os marinheiros do 5ºL e 5º M estavam preparados para todos os tipos de intempéries.

Viajamos no tempo e chegamos ao Forte de S. Bruno, edificação construída na época da Guerra da Restauração.

Aí, conhecemos alguns instrumentos náuticos, que nos ajudaram na época dos descobrimentos. Percorremos a Índia, com o seu cheiro a canela, cravinho, noz-moscada e muitas mais especiarias. Abraçamos sua cultura e seus trajes, feitos das mais finas sedas e bordados a ouro, mas esta riqueza era só para algumas castas, o equivalente às classes sociais em que a população portuguesa se dividia.
Deixamos o Oriente e rumamos em direção ao Ocidente - Chegamos ao Brasil reino de tantas cores, frutos e especiarias.
Por fim cansados de percorrer novas terras e outras tantas aventuras regressamos a Vale de Milhaços.
Aprendemos, convivemos, viajamos no tempo e no espaço, ficamos a saber que História é Vida...







sábado, 11 de fevereiro de 2012

Vita Civitatis - a cidade e o quotidiano medieval

A associação dos Amigos dos Castelos abriu as suas portas aos alunos do 5º ano da Escola Básica Vale de Milhaços. O objetivo da visita foi participar de forma viva e interativa numa viagem ao quotidiano medieval e conhecer o modo de vida do clero, da nobreza e do povo.
Os alunos transformaram-se em monges, no rei, na rainha, nos cavaleiros, nos camponeses e participaram ativamente nas atividades propostas pelas monitoras.
A curiosidade era muita e as perguntas não paravam pois queriam saber tudo sobre o quotidiano dos grupos sociais.
Maquete do Castelo de S. Jorge

Rua da cidade medieval

Scriptorio do mosteiro

Salão de uma casa senhorial

Cavaleiro

Feira

Casa dos camponeses












WORKSHOP - DE ANTIQUE PLANTAE

Para compreender a forma como as doenças eram tratadas, completámos a nossa visita com a participação num workshop onde aprendemos a fazer pomada utilizando as plantas.
Começámos por ver as várias plantas que eram utilizadas: alfazema, tomilho, arruda, sálvia, alecrim, salsa, hortelã, coentros e muitas outras.
De seguida ouvimos as explicações sobre a forma como a pomada era feita e todos nós espadulámos a vaselina com o tónico de arnica de forma a fazer a pomada que alguns de nós trouxemos como recordação.
Contacto com as plantas medicinais plantadas no jardim
Apresentação dos ingredientes necessários para a confeção da pomada de arnica


A vaselina é colocada em cima da pedra

A seguir adiciona-se o tónico de arnica

Espadula-se a vaselina e o tónico durante uma hora e obtem-se a pomada para aplicar nas nódoas negras.




















































Visita de estudo à Associação “Amigos dos Castelos”


Foi no dia dois de Março do presente ano que as turmas do 5ºA e 5ºB realizaram uma visita de estudo à Associação “Amigos dos Castelos”. A visita constou de duas actividades, nomeadamente, a realização de um percurso pedestre pelas ruas da Mouraria em volta do castelo de S. Jorge, em que um guia da associação foi salientando as características medievais que ainda restam nalgumas zonas da cidade de Lisboa. Por outro lado, realizou-se uma actividade interactiva, através da reconstituição de alguns passos da vida quotidiana da época medieval. Os alunos demonstraram um vivo interesse nestas atividades, participando com elevado empenho nas actividades propostas.
Professor António Abreu

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ACONTECIMENTOS DO DIA

Para saber quais foram os principais acontecimentos do dia é só consultar o link.
Não sei se sabe mas hoje comemoram-se os seguintes aocntecimentos...
http://videos.sapo.pt/nestedia/playview/2

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

LASCAUX em 3D

Enfim, uma entrada gratuita para visitar Lascaux .
É como se estivessemos no local e vissemos todos os pormenores.
http://www.lascaux.culture.fr/#/fr/02_00.xml

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Visita virtual - A cidade de Lisboa antes do terramoto de 1755

Para conhecer as ruas e os edifícios da cidade de Lisboa basta aceder ao link
onde poderá visualizar a reconstituição virtual da Rua Nova dos Ferros, Praça do Rossio, Terreiro do Paço, palácios, edifícios públicos e religiosos da cidade na 1ª metade do séc. XVIII, hoje desaparecidos ou alterados na sequência do Terramoto de 1755.
 
R.M.

Visita de estudo ao Museu da Cidade (Lisboa)

Foi no dia 30 de novembro do presente ano que as turmas do 6º D e 6º G realizaram uma visita de estudo ao Museu da Cidade. A visita guiada teve como tema “Lisboa antes e depois do terramoto de 1755”, tendo-se iniciado com a observação de uma grande maquete da cidade de Lisboa antes do terramoto. De seguida, os alunos tomaram contato com as caraterísticas da sociedade do século XVIII, visitando a cozinha, um quarto, a sala de refeições do palácio do século XVIII, hoje transformado em museu. Observaram, também, salas dedicadas ao terramoto e a grandes construções do mesmo século como o aqueduto das Águas Livres. Os alunos completaram ao longo da visita um pequeno guião, previamente entregue.
Os alunos demonstraram um vivo interesse, participando com elevado empenho nas atividades propostas.
A referida visita teve como acompanhantes os professores Fátima Naves, Salomé, Georgina Tavares e António Abreu, o qual foi o responsável pela mesma.
O docente A.Abreu

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

8 de dezembro - Dia da Imaculada Conceição - Padroeira de Portugal


Em 25 de Março de 1646 sob proposta do Rei D. João IV, as Cortes reunidas aprovaram a escolha do Santuário de Vila Viçosa para sede e solar da Padroeira de Portugal - Nossa Senhora da Conceição. Foi aquele mesmo Rei que consagrou a Nação Portuguesa a Nossa Senhora da Conceição e A proclamou nossa Padroeira e Rainha. São do seguinte teor as palavras da provisão régia datada, precisamente, de 25 de Março do ano acima referido:
"Estando ora juntos em cortes com os três estados do Reino lhes fiz propor a obrigação que tínhamos de renovar e continuar esta promessa (de D. Afonso Henriques) e venerar com muito particular afecto e solenidade a festa de Sua Imaculada Conceição. E nelas, com parecer de todos, assentámos de tomar por padroeira de Nossos Reinos e senhorios a Santíssima Virgem Nossa Senhora da Conceição… e lhe ofereço de novo… à Sua Santa Casa da Conceição sita em Vila Viçosa, por ser a primeira que houve em Espanha desta invocação, cinquenta escudos de oiro, em cada um ano em sinal de Tributo e Vassalagem…".
Desde a eleição da Padroeira, os Reis de Portugal nunca mais colocaram a coroa na cabeça. Em ocasiões solenes, era ela depositada sobre uma almofada, ao seu lado direito da Imagem.

Em 1648 D. João IV mandou cunhar medalhas de ouro e prata que correram como moeda, em honra da Padroeira de Portugal, tendo no reverso a imagem de Nossa Senhora da Conceição coroada de sete estrelas sobre o globo e a meia-lua, tendo aos lados o sol, o espelho, a casa de ouro, a arca da aliança, o porto e a fonte selada com a legenda: Tutelaris Regni. Foi, até, com duas destas moedas em ouro que o Rei pagou, nesse ano, o tributo prometido ao Santuário de Nossa Senhora de Vila Viçosa.Só 200 anos depois é que o Papa Pio IX definiu solenemente em Roma o mesmo privilégio de Nossa Senhora, como dogma de fé universal. Enfim, Nossa Senhora da Conceição tem sido através dos séculos, a honra e a glória da Nação e do Povo Português.
http://www.diocese-algarve.pt/site/index.php?name=News&file=article&sid=2742

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

1 de dezembro

1640 - Restauração da Independência de Portugal em relação a Espanha
A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outros motivos de natureza vária, concorreram para a perda da Independência de Portugal.
Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha. Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais.
Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza.
A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal.
Reuniram-se, então, Cortes em Lisboa, onde o duque de Bragança foi aclamado rei de Portugal, com o título de D. João IV, dando origem à última dinastia portuguesa -Dinastia de Bragança.
Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Um dia entre os recoletores

Num dia de Inverno, o meu grupo decidiu mudar de lugar porque já não havia alimentos. Depois de muito procurar, encontrámos um local perto de um rio, e decidimos ficar por ali. É por isso que éramos chamados de homens nómadas.
O chefe do meu grupo de recoletores dividiu tarefas: uns caçavam, outros apanhavam frutos e raízes de árvores e outros arranjavam madeira para ajudar na construção de abrigos. Eram estes os recursos naturais que retirávamos da natureza para utilizar no nosso dia a dia, daí chamarem-nos recoletores.
Depois de muito trabalho, construímos tendas com peles e ossos dos animais que tínhamos caçado, fizemos uma fogueira e assámos a carne para nos alimentarmos.
No dia seguinte, para ocuparmos o nosso tempo livre, fomos construir os seguintes utensílios: flechas e lanças de pedra, para a caça, bifaces e machados de pedra para cortar a pele e a carne dos animais e arpões para pescar.
Para dar sorte às nossas caçadas, resolvemos dedicarmo-nos à arte rupestre, ou seja, fizemos gravuras nas rochas ou pintámos nas grutas cenas de caça ou de animais.
Foi desta forma que passámos o nosso primeiro dia no novo acampamento, onde iríamos ficar, até os alimentos se esgotarem e termos de procurar um novo local!

Trabalho elaborado por:

Joana Filipa de Matos Coelho

5ºD Nº11

sábado, 8 de outubro de 2011

D. Afonso Henriques

O filme de animação desenvolvido sobre o nosso primeiro rei foi realizado pelo Pedro Lino em Londres. Podem vê-lo no site do Museu de Alberto Sampaio, mas também no Youtube. Integra uma candidatura conjunta da Câmara Municipal de Guimarães e do Instituto dos Museus e da Conservação, tendo sido subsidiado pelo QREN.
Espero que seja do vosso agrado.
http://www.youtube.com/watch?v=LgSgL9ObAs0
RM

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ebook gratuito - A revolução Portugueza: O 5 de Outubro

No dia em que se comemora mais um aniversário da implantação da República em Portugal, aqui fica um relato coevo e em estilo jornalístico dos acontecimentos que culminaram com o fim da monarquia em Portugal, pela pena de Jorge de Abreu. Disponível no projeto Gutenberg em vários formatos (HTML, epub, Kindle, etc.) e na App Store, para iPhone, iPad ou iPod touch.



http://lerebooks.wordpress.com/2011/10/05/ebook-gratuito-a-revolucao-portugueza-o-5-de-outubro/

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

5 de outubro de 1143 e de 1910


5 de outubro de 1143
D. Afonso Henriques (1143-1185)O Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Celebrado a 5 de Outubro de 1143, esta é considerada como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina.
5 de outubro de 1910
O movimento revolucionário republicano iniciou-se em Lisboa, no dia 4 de outubro de 1910. Foi uma revolta armada apoiada pela população que teve alguma resistência dos apoiantes da Monarquia.

No dia 5 de outubro de 1910 foi proclamada a República na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, por José Relvas e o rei D. Manuel II foi exilado para Inglaterra. Era a vitória do movimento republicano.

Foi criado um governo provisório, comandado por Teófilo Braga e que substituiu os símbolos do país: o Hino e a Bandeira.

Em 1911 foi aprovada a nova Constituição do país marcadamente Republicana. O parlamento passava a ser o órgão político mais importante elegendo o presidente que, por sua vez, nomeava um governo.

O primeiro presidente da República foi eleito em 1911 e foi Manuel de Arriaga.

ESTAMOS DE VOLTA

O novo ano letivo já começou e estamos de volta com muitas novidades!
No dia 14 de setembro os alunos do 5º ano foram recebidos pelo rei D. Dinis e pela Rainha Santa Isabel que se deslocaram à nossa escola para apresentarem a grande actividade que se vai realizar no final do ano letivo : um banquete medieval. A azáfama vai ser grande e precisaremos da colaboração de todos.
Os novos alunos ficaram a conhecer as actividades que foram realizadas nos anos letivos anteriores e foram lançadas pistas sobre as viagens que poderão ser feitas à História de Portugal.
Damos as boas vindas a todos os alunos que queiram participar no blogue e a toda a comunidade que nos acompanha nesta viagem pela História e Geografia de Portugal, pela História, pela Geografia e pela Educação Moral e Religiosa.
RM

 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 Os alunos do 2º ciclo da nossa escola, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, elaboraram trabalhos para comemorar o "Dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas". A exposição dos mesmos efectuou -se no bloco A.





 

 





quarta-feira, 25 de maio de 2011

UM OLHAR COM ARTE

As turmas 6º A,B,C,D e E realizaram, no âmbito dos seus Projectos Curriculares de Turma e do Projecto Educativo do Agrupamento, visitas de Estudo ao Palácio Nacional de Queluz e ao Palácio da Pena.
A articulação curricular envolveu as disciplinas de Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal, Educação Visual e Tecnológica e Educação Física.
Um dos objectivos foi "Olhar com arte" para os monumentos visitados e representar de forma criativa o nosso património arquitectónico.
Do empenho e envolvimento dos alunos e dos professores de EVT resultou o projecto "Um olhar com arte".
Parabéns pelo resultado.

RM

sábado, 14 de maio de 2011

OLIMPÍADAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

Nos últimos dias de aulas do 2.º período, tiveram lugar, na Biblioteca Escolar, as primeiras Olimpíadas das Ciências Sociais e Humanas. Estas actividade foi dinamizada pelo departamento de Ciências Sociais e Humanas em articulação com a Biblioteca Escolar.
Participaram os alunos de História e Geografia de Portugal do 6º ano, de História do 7º e 8º ano e de Geo grafia, também do 7º e do 8º ano.
Os objectivos desta actividade foram:
- Desenvolver nos alunos capacidades comunicativas e experiências de aprendizagem interactivas;
- Enriquecimento curricular no âmbito dos conteúdos leccionados nas disciplinas de História e Geografia de Portugal, História e Geografia utilizando recursos complementares de aprendizagem;
- Contribuir para o enriquecimento da consciência Cívica dos alunos;
- Promover o espírito de camaradagem.
No dia 10 de Maio foram entregues os prémios aos vencedores numa cerimónia realizada na Biblioteca Escolar.
Parabéns aos alunos e aos professores.
RM



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Do Estado Novo ao 25 de Abril

Está patente na Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Vale de Milhaços a Exposição Comemorativa do 37º aniversário da Revolução do dia 25 de Abril de 1974, a qual pode ser visitada por toda a comunidade.
Os trabalhos expostos foram realizados pelos alunos do 6º ano, na disciplina de História e Geografia de Portugal, em articulação com Língua Portuguesa e Educação Musical.
No dia 27 de Abril os alunos das turmas 6º D e 6º E, sob a responsabilidade do professor José Coelho, docente da disciplina de Educação Musical, foram os responsáveis pela inauguração oficial da exposição, com a interpretação da canção "Somos Livres".
Parabéns a todos os que  participaram na realização deste evento que não teria sido possível sem a colaboração e empenho de todos os presentes.
A docente Regina Marques