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domingo, 14 de abril de 2013

RECONTAR A HISTÓRIA

Como vem sendo habitual, os trabalhos dos alunos da Escola Básica de Vale de Milhaços, denotam sempre muita criatividade. Desta vez, pudemos admirar um grande painel – mapa e cronologia sobre o Império Romano — na parede frontal no Átrio do Pavilhão A e, outros trabalhos distribuídos pelas paredes laterais e no hall exterior da Biblioteca. Os trabalhos realizados no decurso das aulas de HGP e de História tiveram a colaboração de todos os alunos das turmas do 5ºA, B, C, D e do 7º A, B e E e organizados em grupos de trabalho. Como se pode constatar pelo nível dos trabalhos apresentados, podemos concluir que todos deram o seu melhor.
A professora Gabriela Molina



sábado, 13 de abril de 2013

SESSÃO INFORMATIVA "AS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DO PODER LOCAL"






No dia 10 de abril, realizou-se pela 3ª vez, na Escola Básica Vale de Milhaços, uma sessão de informação sobre «As competências dos órgãos do poder local».
Esta sessão foi organizada pela coordenadora do Departamento de CSH e foi pensada no âmbito do conteúdo programático "O Poder Político", da disciplina de História e Geografia de Portugal, do 6º ano.
Estiveram presentes, a Srª Vereadora Vanessa Silva, do Pelouro da Educação, Cultura e Juventude, em representação do Sr. Presidente da Câmara Municipal do Seixal, o Sr. Eduardo Rosa, Presidente da Junta de Freguesia de Corroios e o Diretor do Agrupamento de Escolas Vale de Milhaços, professor José Manuel Coelho.
Ao longo de 90 minutos, os alunos da turma 6º C e dois representantes de cada uma das 13 turmas do 6º ano, num total de 50 alunos, tiveram oportunidade de ouvir os esclarecimentos prestados e de colocar perguntas às quais os intervenientes foram respondendo. Foram muitas as perguntas que ficaram por colocar mas, os minutos de interação entre os presentes foram importantes para que os nossos jovens conheçam os representantes autárquicos da sua localidade, e saibam as respostas que estes podem dar às necessidades da população.
Um grande agradecimento a todos os presentes e um louvor especial  a todos os alunos que estiveram presentes, pela forma excelente e corretíssíma com que participaram na atividade .

A docente Regina Marques


sábado, 30 de março de 2013

1ª travessia aérea do Atlântico Sul

Foi no dia 30 de março de 1922 que Gago Coutinho e Sacadura Cabral iniciaram a 1ª travessiaáérea do Atlântico Sul. Para saber mais clique no link.



domingo, 17 de março de 2013

3ªs OLIMPÍADAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS


Nos dias 14 e 15 de março realizaram-se as 3ªs OCSH, abertas aos alunos do 4º, 5º, 6º, 7º e 8º anos de escolaridade, das disciplinas/área de Estudo do Meio, História e Geografia de Portugal, História e Geografia.
Do 4º ano participou de cada turma, o aluno que melhor nota obtive na prova de seleção realizada no dia 4 de março.
A selecção dos alunos dos 2º e 3º ciclos participantes nas OCSH foi feita pelo professor da disciplina, em conjunto com os alunos de cada turma e o critério a adotar foi da responsabilidade de cada professor.
Os alunos avaliaram a atividade de forma excelente.


sexta-feira, 15 de março de 2013

O MAR-VIA DE COMUNICAÇÃO E ENCONTRO DE POVOS

Exposição integrada na comemoração da "Semana da Leitura".

Mar sonoro, mar sem fundo
Mar sem fim
a tua beleza aumenta
quando estamos sós.
É tão fundo intimamente
a tua voz
sugue o mais secreto bailar
do meu sonho
que momentos há em que eu suponho
seres um milagre só para mim.

Sophia de Mello B. Andersen

quarta-feira, 13 de março de 2013

25 de abril-História de uma Revolução

Escola Básica de Vale de Milhaços

O 25 de Abril

Após uma boa caminhada, chegámos ao auditório do pavilhão do Alto do Moinho, sentámo-nos e começou a peça.
Certo dia, dois senhores iam jogar à bola com os amigos e um velhote relembrou-lhes que naquele dia era o aniversário do dia 25 de Abril 1974 e comemorava-se o fim da ditadura. Assim começou a história.
Com o fim da monarquia, houve eleições e foi eleito o primeiro Presidente da República, Dr. Manuel de Arriaga e criada a constituição de 1911.
Durante a 1ª República iniciada em 1910, houve grande instabilidade durante esse tempo. Existiram 8 Presidentes e 45 Governos. Em 28 de Maio de 1926 houve uma revolução comandada pelo General Gomes da Costa. Foi eleito Bernardino Machado para o cargo de presidente da República dando início à ditadura militar.
Em 1928 o General Óscar Carmona elege Salazar para seu ministro das finanças. Entre 1932 a 1968 ocupou o cargo de Presidente do Conselho. Para defender os interesses do estado foram criadas algumas medidas tais como: censura à imprensa; proibição de manifestações; só poderia existir um único partido político sendo esse a União Nacional e foi criada a PIDE (Polícia Política) na constituição de 1933 com o intuito de punir os opositores do estado.
Foi criada a Mocidade Portuguesa dos 7 aos 14 anos que era obrigatória e que pretendia dar disciplina aos jovens. Criou-se também a Legião Portuguesa em 1936 para dar apoio ao governo.
Nas eleições de 1945 houve além do habitual candidato Américo Tomás, um opositor de seu nome Humberto Delgado. Sendo considerado uma ameaça para o Estado Novo foi assassinado em Espanha pela PIDE.
Como as colónias Portuguesas queriam a independência, iniciou-se a guerra colonial onde muita gente morreu ou ficou ferida.
Agora com a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, o descontentamento continuou e em 1973 o MFA organizou uma revolta. Então a 25 de Abril de 1974 deu-se a Revolução às 00h20m tendo sido iniciada através da célebre música passada na rádio “Grândola Vila Morena” que foi a senha para o início das marchas até Lisboa. E assim foi o fim do Estado Novo. O poder ficou entregue à Junta de Salvação Nacional presidida por António de Spínola.
As colónias acabaram por ficar com a independência e 500.000 Portugueses voltaram obrigatoriamente a Portugal em condições miseráveis por serem obrigados a abandonar as colónias.

João Marta, Nº13, 6ºC




Relatório sobre a peça de teatro
“25 de Abril- História de uma Revolução”

No dia 8 de março de 2013, as turmas A, B e D do 6º ano da Escola Básica de Vale de Milhaços, realizaram uma visita de estudo ao Pavilhão do Alto Moinho, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal. A nossa turma, o 6º D, foi a primeira a entrar no auditório, onde iria decorrer a peça intitulada “25 de Abril- História de uma Revolução”, pela Companhia de Teatro Profissional EDUCA.
O espetáculo começou com um ligeiro atraso. Havia um grupo de 3 pessoas que faziam pequenas apresentações, intercaladas com a projeção de imagens, para a peça ficar com mais conteúdo. Primeiro contaram como ocorreu o Golpe Militar de 28 de Maio de 1926 e como era a vida dos portugueses durante a ditadura de Salazar. Após a sua morte, pensavam que com o governo de Marcello Caetano, Portugal iria mudar, mas ficou tudo na mesma. Havia um candidato de oposição ao Estado, Humberto Delgado, que não ganhou as eleições e expulsaram-no de Portugal. Foi assassinado em Espanha, pela PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), quando tentava secretamente ir a Portugal. A meio da peça, falaram do MFA (Movimento das Forças Armadas), como foi planeada a Revolução de 25 de Abril de 1974 e as músicas (Depois do Adeus e Grândola Vila Morena) que passaram na rádio, como sinal de partida para os militares saírem dos quartéis. Por fim, explicaram como foi a vida da população quando se instaurou a Democracia em Portugal.
Na minha opinião, esta peça foi interessante pois permitiu memorizar melhor esta matéria sobre um período importante da História do meu país. O único aspeto negativo que encontrei foi o facto de alguns alunos não terem cumprido as regras estabelecidas.

Trabalho realizado por:
Joana Coelho, nº12, 6ºD
09-03-2013







CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

domingo, 10 de março de 2013

No dia 8 de março fomos ao teatro

No dia 8 de março, 301 alunos do 6º ano da Escola Básica de Vale de Milhaços assistiram à representação “25 de abril – História de uma Revolução”, apresentada pelo grupo de atores do Teatro EDUCA.
Ao longo do dia os alunos ficaram a conhecer de forma interativa, os principais factos históricos da História de Portugal, desde a Implantação da República até à Revolução dos Cravos, no dia 25 de abril de 1974.


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Exposição "Portugal na segunda metade do séc. XIX"

Está aberta à comunidade educativa uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos do 6º ano, com a colaboração de alguns familiares, sobre o tema "Tradições, usos e costumes da cultura portuguesa".
As abordagens, diversificadas, incidiram sobre a habitação, o vestuário, os divertimentos, os meios de transporte e os meios de comunicação, em Portugal, na segunda metade do século XIX.
Como vem sendo hábito, a adesão dos alunos às propostas apresentadas, revelou uma grande participação e qualidade na elaboração dos trabalhos. Estão todos de parabéns.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

VISITA DE ESTUDO AO CASTELO DE S. JORGE

No dia 29 de janeiro os alunos das turmas 5º H e 5º I realizaram uma visita de estudo ao Castelo de S. Jorge, em Lisboa, para participar na atividade “Histórias que deixou quem por aqui passou – No tempo de D. Afonso Henriques”.

D. Afonso Henriques e D. Teresa

A Sé de Lisboa

sábado, 26 de janeiro de 2013

Portugal no século XIX

As disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal desenvolveram um conjunto de atividades com o objetivo de abordar o conteúdo "Portugal no séc. XIX".
Iniciamos a apresentação dos trabalhos realizados com dois textos coletivos elaborados pelas turmas 6º D e 6º E, na discplina de português, com a orientação da professora Paula Veiga.
O ardina

Da minha cadeira vejo uma fotografia interessante que me faz pensar no século XIX, como se eu vivesse nessa época.
Nesta fotografia antiga, observo um ardina pobre a tentar vender um jornal a uma senhora elegante e alta como uma árvore centenária, mas sem sucesso. Reparo também que a pedra da calçada está muito bem alinhada e transmite uma sensação de segurança a quem lá passa.
Atrás, um operário que vai trabalhar olha de forma curiosa para o ardina e a senhora. Leva nas mãos duas malas velhas, doentes e cansadas.
Lá no fundo, na sombra, um homem misterioso empurra lentamente uma espécie de carrinho como se pesasse toneladas. As casas são brancas e cheias de sol como se este as abraçasse e beijasse. A perder de vista um vulto caminha perdido.
Esta imagem desperta a vontade de descobrir como era a vida antigamente e vivê-la durante breves instantes como se pudéssemos recuar no tempo. Mas depois, quero voltar para casa.

Texto coletivo do 6º D

Estou aqui no campo e observo uma enorme e bela paisagem campestre. Os ares são quentes e secos e sinto uma vontade imensa de pintar.
Vejo duas mulheres camponesas a trabalhar arduamente perto de mim. A sua pele seca, áspera e queimada pelo sol cheira a feno. Os seus braços doridos estão tão cansados que parecem carregar o peso do mundo.
Atrás das camponesas avisto uma extensa paisagem dourada com pouca vegetação que me faz lembrar o deserto. Consigo ouvir o som suave e reservado da brisa a bater no feno rasteiro.
Lá ao fundo admiro as árvores que dão vida refrescando a paisagem. Os montes de feno aconchegam as árvores como uma mãe aconchega o seu filho.
Na linha do horizonte, o céu azul e fresco faz companhia a uma mancha branca indistinta. Uma fila sombria de árvores acrescenta cor e realça o toque entre a terra e o céu.
Agora, depois de sentir esta maravilhosa paisagem, pego nos pincéis e nas tintas e vou pintar. Sabendo disso, fico entusiasmado e espero que a minha obra fique tão perfeita como este cenário.

Texto coletivo do 6º E

domingo, 23 de dezembro de 2012

Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços

Nos dias 5, 7 e 12 de dezembro, as turmas 6ºC. D, E, F e G visitaram a Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços, com o objetivo de adquirirem conhecimentos sobre a utilização da máquina a vapor na fábrica da pólvora e sobre a industrialização de Portugal no século XIX.





No dia 5 de dezembro a nossa turma realizou uma visita de estudo à Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços onde pudemos visualizar os vários processos de transformação da pólvoraQuando lá chegámos fomos recebidos pela Madalena que nos explicou o que íamos visitar e mostrou-nos um lago, ao qual devíamos tomar atenção, quando a máquina estivesse a funcionar, porque deitaria vapor quase transformado em água.
Começámos por ver as caldeiras onde o fogueiro, o Sr. João nos mostrou como saía o vapor e ouvimos o apito da fábrica que assinalava a entrada e a saída dos trabalhadores da fábrica.
Dali partimos para a casa da máquina a vapor e conhecemos o Sr. Francisco, o maquinista que pôs a máquina a funcionar para vermos como se fazia e de seguida fê-la parar.
Formámos grupos e preenchemos uns guiões, a partir da peça de um puzzle sobre o funcionamento da máquina a vapor.
Quando acabámos a pesquisa saímos e vimos um poço com 20 metros de profundidade, de onde se retirava a água para pôr nas caldeiras. Andámos mais um pouco e entrámos na oficina de trituração onde era moído o nitrato de potássio. O senhor Francisco mostrou-nos um grande “funil”, de onde caía o nitrato já moído e que depois era peneirado.
De seguida, entrámos numa oficina onde estavam umas grandes rodas que moíam a pólvora.
No final fomos a um edifício onde apresentámos os trabalhos que realizámos. Colocámos as peças do puzzle no sítio da máquina onde encaixavam e apresentámos cada uma das partes da máquina.
Terminada a visita voltámos para a escola.
Beatriz, Daniela, Diogo, Mónica, Rita e Tomás, 6º F

CHAPA DE IDENTIFICAÇÃO DA MÁQUINA A VAPOR
O nome do fabricante da máquina é Joseph Farcot e ela foi construída na Maison Farcot, em França, no ano 1900.

Henrique e Rodrigo, 6º G

MANÓMETRO E QUADRADO
O motor da máquina é a vapor, tem uma potência de 125 cavalos e 75 rotações por minuto. A máquina tem um cilindro

Carolina e Catarina, 6º G

DOSEADORES DE VALVULINA
Os doseadores de valvulina (óleo de lubrificação da máquina a vapor) fazem parte do sistema automático de lubrificação da máquina a vapor.
A máquina a vapor tem 7 doseadores.
Desde o depósito até aos doseadores, a valvulina é transportada por um tubo de cobre que sai do depósito de valvulina. A valvulina nos doseadores é doseada gota a gota. No interior do cilindro da máquina a vapor é lubrificada através da valvulina libertada pelos doseadores.

Raquel, Andreia, Ricardo Salgueiro, 6ºD

VÁLVULAS MANUAIS DE ADMISSÃO DE VAPOR
As válvulas manuais de admissão de vapor permitem, no início do funcionamento da máquina, a entrada do vapor no cilindro para a impulsão alternada do êmbolo em sentidos opostos.
As válvulas manuais de admissão de vapor manipuladas são duas. O maquinista abre as válvulas alternadamente. Após o arranque da máquina, a admissão de vapor é efetuada automaticamente. Para parar o funcionamento da máquina, o vapor é fechado manualmente.
Joana, Mafalda, Marco e David, 6º D

CONJUNTO DA BIELA/MANIVELA
A biela/manivela permite transformar o movimento retilíneo e de vaivém do pistão em movimento circular e contínuo. Este movimento é transmitido à roda de balanço/volante de inercia, através do eixo motor.
No conjunto biela/manivela, o elemento que está mais próximo do cilindro é a biela e o que está ligado ao centro da roda de balanço/volante de inércia é a manivela.
A lubrificação da biela/manivela é efetuada através de copos de lubrificação.

Diogo, Camila, Bernardo, 6º G

VOLANTE DE INÉRCIA
A roda de balanço ou volante de inércia é um elemento fundamental da máquina a vapor porque permite que o seu movimento seja contínuo e regular (está ligado ao regulador).
Para pôr a roda foram precisos 2 pisos. A nossa estimativa foi de 4,5m de diâmetro.
O movimento da roda de balanço é no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio e é circular e contínuo. A roda de balanço de inércia transmite movimento a outra roda de diâmetro inferior ao do volante de inércia (menos de metade).

Mariana, Tatiana, Beatriz, 6º D

VOLANTE DE TRANSMISSÃO E VEIO
O volante de transmissão e o veio que atravessa centralmente são peças fundamentais na transferência da energia mecânica recebida da roda de balanço, para o exterior da casa da máquina a vapor. Uma correia de transmissão liga o volante de transmissão à roda de balanço.
O volante de transmissão tem um diâmetro inferir ao do volante de inércia. O volante +e atravessado centralmente por um veio que é acionado pelo volante de transmissão. O veio em movimento transmite energia mecânica para o exterior da casa da máquina e passa por uma abertura na parede.

Alexandre e Daniel , 6º G

REGULADOR DA MÁQUINA A VAPOR
O regulador doseia e regulariza a entrada de vapor no cilindro da máquina, porque aciona a abertura e fecho das válvulas automáticas de entrada e fecho de vapor.
O movimento do regulador é desencadeado pela ligação ao veio da roda de balanço/volante de inércia
O regulador é necessário para manter a velocidade da máquina. Quando o regulador está a funcionar, as bolas estão a funcionar (levantadas e atiradas para fora).
Pedro, Daniela e Carina, 6º D

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Ruínas romanas de Mangualde



Descobertas em finais do século XIX, as ruínas romanas da Quinta da Raposeira, em Mangualde, vão finalmente poder ser visitadas, após os trabalhos de restauro e valorização em curso, que devem estar concluídos dentro de um ano.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Visite Lisboa antes do terramoto de 1755


O Terreiro do Paço em 1650, segundo o pintor holandês Dirk Stoop. Na praça vêem-se nobres, comerciantes, padres e soldados. São também visíveis o Paço da Ribeira, o Tejo, o cais e à direita em segundo plano, o Convento de São Francisco.
Há 257 anos, no dia 1 de novembro de 1755, um dos maiores terramotos da História destruiu Lisboa. Agora, usando a tecnologia do ambiente virtual Second Life, pode passear pela primeira vez pelas ruas, praças e edifícios da cidade, tal como eram antes da catástrofe.
A Galeria Real, local de embarque e desembarque do rei e da sua comitiva para o Palácio da Ribeira. À direita vê-se o Torreão poente do Terreiro do Paço e à esquerda uma parte do edifício da Ópera do Tejo. Entre as duas construções, sobressai a Torre Canevari ou Torre do Relógio. 


domingo, 28 de outubro de 2012

TERRAMOTO DE 1755

No dia 1 de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, por volta das 9 horas e 40 minutos, a terra começou a tremer. Em 17 minutos a terra tremeu 3 vezes e durante 24 horas não deixou de estremecer. A cidade de Lisboa sofreu uma destruição quase completa porque depois do sismo surgiu um tsunami, com ondas com mais de 10 metros de altura e atingiu 250 metros desde o rio.
Por ser sábado e um dia religioso, as igrejas estavam cheias de pessoas. As igrejas da zona do Chiado e os conventos ficaram destruídos e desapareceram 55 palácios, mais de 50 conventos, a biblioteca real e as bibliotecas dos conventos. Existiram também muitos incêndios que destruíram milhares de livros e obras de arte e o arquivo real com documentos importantes. Registos históricos das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo foram perdidos. Com toda esta tragédia pensa-se que tenham ocorrido 90 000 mortos.

Escola Básica Vale de Milhaços
Margarida Bernardino, nº17, 6ºE

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Palácio-Convento de Mafra

Obra principal do reinado de D. João V, o Palácio - Convento de Mafra é um projeto de grandes dimensões do Barroco português setecentista.
A fundação deste mosteiro deveu-se a uma promessa feita por D. João V, caso a rainha fosse mãe o que tardava em acontecer. Esta promessa cumpriu-se em 1711, ano em que nasceu a princesa Marai Bárbara, a primogénita da descendência do Magnânimo.
As obras do convento de mafra iniciaram-se em 17 de novembro de 1717, com o lançamento da primeira pedra. Foi a 22 de Outubro de 1730, dia do 41º aniversário do rei D. João V, foi transferida a Igreja de Nossa Senhora e Santo Antônio para o palácio/convento de mafra
A construção chegou a envolver mais de 50 mil homens só terminou oficialmente em 1750, com a morte do rei.
Houve muitas dificuldades em manter os trabalhadores, chegando a serem tomadas medidas drásticas, para castigar os fugitivos. Os que fossem apanhados teriam de trabalhar 3 meses sem receber e se fossem reincidentes, iam para as galés e levavam açoites.
Muitos trabalhadores adoeceram e morreram, tendo D. João V, dito que, às famílias de cada um dos mortos, dava uma esmola de 3 mil reis.
Quando o rei adoeceu em 1742, o convento de mafra não estava totalmente concluído mandando arrematar a obra por 625.000 cruzados, com o prazo de 8 anos para a sua finalização.
O convento de mafra ocupa 38.000 metros, com 1.200 divisões, 4.700 portas e janelas e 156 escadas, apenas tornada pelo luxo do ouro do brasil.
O rei encomendou esculturas e pinturas a mestres italianos e portugueses e na Flandres, dois carrilhões com 92 sinos.
O rei mandou construir uma extraordinária biblioteca com 38000 volumes e um núcleo conventual com um hospital da época.
Não foi a residência habitual da família real.

Sites consultados
http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/museus_palacios/ContentDetail.aspx?id=1125
http://domjoaoquinto.blogspot.pt/2007/03/o-convento-de-mafra-construo.html

Trabalho realizado por Joana Rebeca Dimas, 6ºC, nº 12

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES

O Aqueduto das Águas Livres é uma das principais obras do século XVIII e foi mand
ado construir por D. João V, em 1731, tendo ficado concluído apenas em meados do século XIX.
A sua extensão é de 14 km, aproximadamente, desde a nascente situada na Mãe d’Água Velha, em Sintra, até ao Reservatório de Mãe d’Água das Amoreiras, em Lisboa.
O Aqueduto possui um conjunto de 35 arcos, sobre o Vale de Alcântara, onde se destaca o maior arco em pedra de vão do mundo, com 65 metros de altura e 32 metros de abertura.
A sua função era permitir o abastecimento de água da cidade de Lisboa, que tinha falta de água canalizada.
Entrou em funcionamento a partir de 1748, tendo sido construídos muitos chafarizes e fontes.
Em 1880, a sua importância diminuiu devido ao início da exploração do Aqueduto do Alviela.
Foi desativado em 1967.

Curiosidades:
  •  No interior do Aqueduto existe um caminho pedonal onde se pode observar as caleiras e os respiradouros;
  •  Diogo Alves (o Pancadas) era um criminoso que depois de roubar as suas vítimas (mulheres) lançava-as do alto dos arcos do Aqueduto, simulando um suicídio;
  •  O Museu da Água, a quem pertence este monumento, organiza visitas e passeios de segunda a sábado, entre as 10h e as 18h.
Sitografia:
http://passadocurioso.blogspot.pt/2008/11/aqueduto-das-guas-livres.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqueduto_das_%C3%81guas_Livres#Constru.C3.A7.C3.A3o
http://agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/W0003463.html?id=pfQrdCqT

Trabalho realizado por: Joana Coelho,6ºD,Nº 12