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domingo, 10 de março de 2013

No dia 8 de março fomos ao teatro

No dia 8 de março, 301 alunos do 6º ano da Escola Básica de Vale de Milhaços assistiram à representação “25 de abril – História de uma Revolução”, apresentada pelo grupo de atores do Teatro EDUCA.
Ao longo do dia os alunos ficaram a conhecer de forma interativa, os principais factos históricos da História de Portugal, desde a Implantação da República até à Revolução dos Cravos, no dia 25 de abril de 1974.


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Exposição "Portugal na segunda metade do séc. XIX"

Está aberta à comunidade educativa uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos do 6º ano, com a colaboração de alguns familiares, sobre o tema "Tradições, usos e costumes da cultura portuguesa".
As abordagens, diversificadas, incidiram sobre a habitação, o vestuário, os divertimentos, os meios de transporte e os meios de comunicação, em Portugal, na segunda metade do século XIX.
Como vem sendo hábito, a adesão dos alunos às propostas apresentadas, revelou uma grande participação e qualidade na elaboração dos trabalhos. Estão todos de parabéns.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

VISITA DE ESTUDO AO CASTELO DE S. JORGE

No dia 29 de janeiro os alunos das turmas 5º H e 5º I realizaram uma visita de estudo ao Castelo de S. Jorge, em Lisboa, para participar na atividade “Histórias que deixou quem por aqui passou – No tempo de D. Afonso Henriques”.

D. Afonso Henriques e D. Teresa

A Sé de Lisboa

sábado, 26 de janeiro de 2013

Portugal no século XIX

As disciplinas de Português e História e Geografia de Portugal desenvolveram um conjunto de atividades com o objetivo de abordar o conteúdo "Portugal no séc. XIX".
Iniciamos a apresentação dos trabalhos realizados com dois textos coletivos elaborados pelas turmas 6º D e 6º E, na discplina de português, com a orientação da professora Paula Veiga.
O ardina

Da minha cadeira vejo uma fotografia interessante que me faz pensar no século XIX, como se eu vivesse nessa época.
Nesta fotografia antiga, observo um ardina pobre a tentar vender um jornal a uma senhora elegante e alta como uma árvore centenária, mas sem sucesso. Reparo também que a pedra da calçada está muito bem alinhada e transmite uma sensação de segurança a quem lá passa.
Atrás, um operário que vai trabalhar olha de forma curiosa para o ardina e a senhora. Leva nas mãos duas malas velhas, doentes e cansadas.
Lá no fundo, na sombra, um homem misterioso empurra lentamente uma espécie de carrinho como se pesasse toneladas. As casas são brancas e cheias de sol como se este as abraçasse e beijasse. A perder de vista um vulto caminha perdido.
Esta imagem desperta a vontade de descobrir como era a vida antigamente e vivê-la durante breves instantes como se pudéssemos recuar no tempo. Mas depois, quero voltar para casa.

Texto coletivo do 6º D

Estou aqui no campo e observo uma enorme e bela paisagem campestre. Os ares são quentes e secos e sinto uma vontade imensa de pintar.
Vejo duas mulheres camponesas a trabalhar arduamente perto de mim. A sua pele seca, áspera e queimada pelo sol cheira a feno. Os seus braços doridos estão tão cansados que parecem carregar o peso do mundo.
Atrás das camponesas avisto uma extensa paisagem dourada com pouca vegetação que me faz lembrar o deserto. Consigo ouvir o som suave e reservado da brisa a bater no feno rasteiro.
Lá ao fundo admiro as árvores que dão vida refrescando a paisagem. Os montes de feno aconchegam as árvores como uma mãe aconchega o seu filho.
Na linha do horizonte, o céu azul e fresco faz companhia a uma mancha branca indistinta. Uma fila sombria de árvores acrescenta cor e realça o toque entre a terra e o céu.
Agora, depois de sentir esta maravilhosa paisagem, pego nos pincéis e nas tintas e vou pintar. Sabendo disso, fico entusiasmado e espero que a minha obra fique tão perfeita como este cenário.

Texto coletivo do 6º E

domingo, 23 de dezembro de 2012

Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços

Nos dias 5, 7 e 12 de dezembro, as turmas 6ºC. D, E, F e G visitaram a Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços, com o objetivo de adquirirem conhecimentos sobre a utilização da máquina a vapor na fábrica da pólvora e sobre a industrialização de Portugal no século XIX.





No dia 5 de dezembro a nossa turma realizou uma visita de estudo à Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços onde pudemos visualizar os vários processos de transformação da pólvoraQuando lá chegámos fomos recebidos pela Madalena que nos explicou o que íamos visitar e mostrou-nos um lago, ao qual devíamos tomar atenção, quando a máquina estivesse a funcionar, porque deitaria vapor quase transformado em água.
Começámos por ver as caldeiras onde o fogueiro, o Sr. João nos mostrou como saía o vapor e ouvimos o apito da fábrica que assinalava a entrada e a saída dos trabalhadores da fábrica.
Dali partimos para a casa da máquina a vapor e conhecemos o Sr. Francisco, o maquinista que pôs a máquina a funcionar para vermos como se fazia e de seguida fê-la parar.
Formámos grupos e preenchemos uns guiões, a partir da peça de um puzzle sobre o funcionamento da máquina a vapor.
Quando acabámos a pesquisa saímos e vimos um poço com 20 metros de profundidade, de onde se retirava a água para pôr nas caldeiras. Andámos mais um pouco e entrámos na oficina de trituração onde era moído o nitrato de potássio. O senhor Francisco mostrou-nos um grande “funil”, de onde caía o nitrato já moído e que depois era peneirado.
De seguida, entrámos numa oficina onde estavam umas grandes rodas que moíam a pólvora.
No final fomos a um edifício onde apresentámos os trabalhos que realizámos. Colocámos as peças do puzzle no sítio da máquina onde encaixavam e apresentámos cada uma das partes da máquina.
Terminada a visita voltámos para a escola.
Beatriz, Daniela, Diogo, Mónica, Rita e Tomás, 6º F

CHAPA DE IDENTIFICAÇÃO DA MÁQUINA A VAPOR
O nome do fabricante da máquina é Joseph Farcot e ela foi construída na Maison Farcot, em França, no ano 1900.

Henrique e Rodrigo, 6º G

MANÓMETRO E QUADRADO
O motor da máquina é a vapor, tem uma potência de 125 cavalos e 75 rotações por minuto. A máquina tem um cilindro

Carolina e Catarina, 6º G

DOSEADORES DE VALVULINA
Os doseadores de valvulina (óleo de lubrificação da máquina a vapor) fazem parte do sistema automático de lubrificação da máquina a vapor.
A máquina a vapor tem 7 doseadores.
Desde o depósito até aos doseadores, a valvulina é transportada por um tubo de cobre que sai do depósito de valvulina. A valvulina nos doseadores é doseada gota a gota. No interior do cilindro da máquina a vapor é lubrificada através da valvulina libertada pelos doseadores.

Raquel, Andreia, Ricardo Salgueiro, 6ºD

VÁLVULAS MANUAIS DE ADMISSÃO DE VAPOR
As válvulas manuais de admissão de vapor permitem, no início do funcionamento da máquina, a entrada do vapor no cilindro para a impulsão alternada do êmbolo em sentidos opostos.
As válvulas manuais de admissão de vapor manipuladas são duas. O maquinista abre as válvulas alternadamente. Após o arranque da máquina, a admissão de vapor é efetuada automaticamente. Para parar o funcionamento da máquina, o vapor é fechado manualmente.
Joana, Mafalda, Marco e David, 6º D

CONJUNTO DA BIELA/MANIVELA
A biela/manivela permite transformar o movimento retilíneo e de vaivém do pistão em movimento circular e contínuo. Este movimento é transmitido à roda de balanço/volante de inercia, através do eixo motor.
No conjunto biela/manivela, o elemento que está mais próximo do cilindro é a biela e o que está ligado ao centro da roda de balanço/volante de inércia é a manivela.
A lubrificação da biela/manivela é efetuada através de copos de lubrificação.

Diogo, Camila, Bernardo, 6º G

VOLANTE DE INÉRCIA
A roda de balanço ou volante de inércia é um elemento fundamental da máquina a vapor porque permite que o seu movimento seja contínuo e regular (está ligado ao regulador).
Para pôr a roda foram precisos 2 pisos. A nossa estimativa foi de 4,5m de diâmetro.
O movimento da roda de balanço é no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio e é circular e contínuo. A roda de balanço de inércia transmite movimento a outra roda de diâmetro inferior ao do volante de inércia (menos de metade).

Mariana, Tatiana, Beatriz, 6º D

VOLANTE DE TRANSMISSÃO E VEIO
O volante de transmissão e o veio que atravessa centralmente são peças fundamentais na transferência da energia mecânica recebida da roda de balanço, para o exterior da casa da máquina a vapor. Uma correia de transmissão liga o volante de transmissão à roda de balanço.
O volante de transmissão tem um diâmetro inferir ao do volante de inércia. O volante +e atravessado centralmente por um veio que é acionado pelo volante de transmissão. O veio em movimento transmite energia mecânica para o exterior da casa da máquina e passa por uma abertura na parede.

Alexandre e Daniel , 6º G

REGULADOR DA MÁQUINA A VAPOR
O regulador doseia e regulariza a entrada de vapor no cilindro da máquina, porque aciona a abertura e fecho das válvulas automáticas de entrada e fecho de vapor.
O movimento do regulador é desencadeado pela ligação ao veio da roda de balanço/volante de inércia
O regulador é necessário para manter a velocidade da máquina. Quando o regulador está a funcionar, as bolas estão a funcionar (levantadas e atiradas para fora).
Pedro, Daniela e Carina, 6º D

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Ruínas romanas de Mangualde



Descobertas em finais do século XIX, as ruínas romanas da Quinta da Raposeira, em Mangualde, vão finalmente poder ser visitadas, após os trabalhos de restauro e valorização em curso, que devem estar concluídos dentro de um ano.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Visite Lisboa antes do terramoto de 1755


O Terreiro do Paço em 1650, segundo o pintor holandês Dirk Stoop. Na praça vêem-se nobres, comerciantes, padres e soldados. São também visíveis o Paço da Ribeira, o Tejo, o cais e à direita em segundo plano, o Convento de São Francisco.
Há 257 anos, no dia 1 de novembro de 1755, um dos maiores terramotos da História destruiu Lisboa. Agora, usando a tecnologia do ambiente virtual Second Life, pode passear pela primeira vez pelas ruas, praças e edifícios da cidade, tal como eram antes da catástrofe.
A Galeria Real, local de embarque e desembarque do rei e da sua comitiva para o Palácio da Ribeira. À direita vê-se o Torreão poente do Terreiro do Paço e à esquerda uma parte do edifício da Ópera do Tejo. Entre as duas construções, sobressai a Torre Canevari ou Torre do Relógio. 


domingo, 28 de outubro de 2012

TERRAMOTO DE 1755

No dia 1 de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, por volta das 9 horas e 40 minutos, a terra começou a tremer. Em 17 minutos a terra tremeu 3 vezes e durante 24 horas não deixou de estremecer. A cidade de Lisboa sofreu uma destruição quase completa porque depois do sismo surgiu um tsunami, com ondas com mais de 10 metros de altura e atingiu 250 metros desde o rio.
Por ser sábado e um dia religioso, as igrejas estavam cheias de pessoas. As igrejas da zona do Chiado e os conventos ficaram destruídos e desapareceram 55 palácios, mais de 50 conventos, a biblioteca real e as bibliotecas dos conventos. Existiram também muitos incêndios que destruíram milhares de livros e obras de arte e o arquivo real com documentos importantes. Registos históricos das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo foram perdidos. Com toda esta tragédia pensa-se que tenham ocorrido 90 000 mortos.

Escola Básica Vale de Milhaços
Margarida Bernardino, nº17, 6ºE

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Palácio-Convento de Mafra

Obra principal do reinado de D. João V, o Palácio - Convento de Mafra é um projeto de grandes dimensões do Barroco português setecentista.
A fundação deste mosteiro deveu-se a uma promessa feita por D. João V, caso a rainha fosse mãe o que tardava em acontecer. Esta promessa cumpriu-se em 1711, ano em que nasceu a princesa Marai Bárbara, a primogénita da descendência do Magnânimo.
As obras do convento de mafra iniciaram-se em 17 de novembro de 1717, com o lançamento da primeira pedra. Foi a 22 de Outubro de 1730, dia do 41º aniversário do rei D. João V, foi transferida a Igreja de Nossa Senhora e Santo Antônio para o palácio/convento de mafra
A construção chegou a envolver mais de 50 mil homens só terminou oficialmente em 1750, com a morte do rei.
Houve muitas dificuldades em manter os trabalhadores, chegando a serem tomadas medidas drásticas, para castigar os fugitivos. Os que fossem apanhados teriam de trabalhar 3 meses sem receber e se fossem reincidentes, iam para as galés e levavam açoites.
Muitos trabalhadores adoeceram e morreram, tendo D. João V, dito que, às famílias de cada um dos mortos, dava uma esmola de 3 mil reis.
Quando o rei adoeceu em 1742, o convento de mafra não estava totalmente concluído mandando arrematar a obra por 625.000 cruzados, com o prazo de 8 anos para a sua finalização.
O convento de mafra ocupa 38.000 metros, com 1.200 divisões, 4.700 portas e janelas e 156 escadas, apenas tornada pelo luxo do ouro do brasil.
O rei encomendou esculturas e pinturas a mestres italianos e portugueses e na Flandres, dois carrilhões com 92 sinos.
O rei mandou construir uma extraordinária biblioteca com 38000 volumes e um núcleo conventual com um hospital da época.
Não foi a residência habitual da família real.

Sites consultados
http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/museus_palacios/ContentDetail.aspx?id=1125
http://domjoaoquinto.blogspot.pt/2007/03/o-convento-de-mafra-construo.html

Trabalho realizado por Joana Rebeca Dimas, 6ºC, nº 12

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES

O Aqueduto das Águas Livres é uma das principais obras do século XVIII e foi mand
ado construir por D. João V, em 1731, tendo ficado concluído apenas em meados do século XIX.
A sua extensão é de 14 km, aproximadamente, desde a nascente situada na Mãe d’Água Velha, em Sintra, até ao Reservatório de Mãe d’Água das Amoreiras, em Lisboa.
O Aqueduto possui um conjunto de 35 arcos, sobre o Vale de Alcântara, onde se destaca o maior arco em pedra de vão do mundo, com 65 metros de altura e 32 metros de abertura.
A sua função era permitir o abastecimento de água da cidade de Lisboa, que tinha falta de água canalizada.
Entrou em funcionamento a partir de 1748, tendo sido construídos muitos chafarizes e fontes.
Em 1880, a sua importância diminuiu devido ao início da exploração do Aqueduto do Alviela.
Foi desativado em 1967.

Curiosidades:
  •  No interior do Aqueduto existe um caminho pedonal onde se pode observar as caleiras e os respiradouros;
  •  Diogo Alves (o Pancadas) era um criminoso que depois de roubar as suas vítimas (mulheres) lançava-as do alto dos arcos do Aqueduto, simulando um suicídio;
  •  O Museu da Água, a quem pertence este monumento, organiza visitas e passeios de segunda a sábado, entre as 10h e as 18h.
Sitografia:
http://passadocurioso.blogspot.pt/2008/11/aqueduto-das-guas-livres.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqueduto_das_%C3%81guas_Livres#Constru.C3.A7.C3.A3o
http://agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/W0003463.html?id=pfQrdCqT

Trabalho realizado por: Joana Coelho,6ºD,Nº 12

domingo, 21 de outubro de 2012

FERNÃO DE MAGALHÃES


"Magalhães nascera à volta de 1480, na província de Entre Douro e Minho, crê-se com razões de acerto que em Ponte da Barca".


(Joaquim Veríssimo Serrão, in "História de Portugal 1495-1580", volume III).


Fernão de Magalhães, um dos mais ilustres navegadores portugueses, comandou, ao serviço do Rei de Espanha, a expedição que concluiu a primeira viagem de circum-navegação ao globo, nasceu por volta de 1480 tendo falecido em 1521 em Mactan nas Filipinas no decurso da expedição.
Nascido da nobre linhagem dos Magalhães das Terras da Nóbrega (Ponte da Barca), foi Pajem da Rainha D. Leonor. Em 1505 embarca para o Oriente na Armada de D. Francisco de Almeida lá permanecendo até 1513. Vive durante este período em Goa, Cochim e Quiloa tendo participado em diversas expedições e incursões militares naquela parte do mundo. Após o seu regresso a Portugal voluntaria-se para a expedição que empreende a conquista de Azamor em Marrocos. Em 1517 e após um regresso conturbado à Pátria em resultado de acusações que se revelaram infundadas, Magalhães decide abandonar Portugal e fixar-se em Espanha.
Fixa-se em Sevilha e em 1518 firma um contrato com Carlos V para alcançar as Molucas navegando sempre para Oeste, portanto na metade do Mundo que caberia a Espanha segundo Tordesilhas, tomando como base os cálculos que havia efectuado com o cartógrafo Rui Faleiro.
A 20 de Setembro de 1519 tem inicio a grande expedição que é constituída por uma frota de 5 navios, Trinidad, San Antonio, Victoria, Concepcion e Santiago com cerca de 250 tripulantes. A frota fundearia na Região do Rio de Prata na América do Sul, no ano seguinte. Motins e doenças retiveram Magalhães por seis meses em San Julian, hoje território argentino.


Punidos os cabecilhas das revoltas, o capitão rumou para a o extremo sul do continente, à procura de uma passagem entre o Atlântico e o Pacífico. Durante 38 dias de mar encapelado e muitos perigos, além das permanentes revoltas nos navios da frota, Magalhães consegue finalmente atravessar o estreito que ficou batizado com o seu nome e que ainda hoje é considerada uma das passagens mais perigosas da navegação marítima.
Rapidamente o navegador se apercebe da incorrecção da sua cartografia ao verificar a vastidão do Oceano que havia sido batizado por eles de Pacífico. De acordo com os dados de Faleiro as Molucas seriam atingidas logo após o atravessamento do estreito, no entanto navegariam 98 dias sem voltar a ver terra. Durante este período a escassez de comida e água provocou a doença e a morte a bordo da frota e 19 tripulantes perderam a vida.

Os primeiros europeus a navegar no Pacífico chegam em Março de 1521 à ilha de Guam, seguindo depois para as Filipinas onde se estabelecem. Um mês depois, a 27 de Abril e na sequência de confrontos na ilha filipina de Mactan Magalhães é morto num combate entre grupos rivais. Dos mais de 200 iniciais restavam apenas 110 dos homens que embarcaram na expedição. Após o episódio da morte do Comandante os restantes membros da expedição decidem inutilizar um dos navios e Sebastião del Cano, assumiu o comando da expedição, chegando às Molucas em Novembro.
A 6 de setembro de 1522, três anos depois da partida da expedição, a nau Victória entra no porto espanhol de Sevilha com apenas 18 tripulantes a bordo.
R.M.

domingo, 7 de outubro de 2012

7 DE OUTUBRO - DIA NACIONAL DOS CASTELOS




O dia Nacional dos Castelos foi instituido em 1984, tendo sido estabelecido o primeiro sábado de Outubro como a data de comemoração. Desde essa altura, com poucas interrupções, esta data tem vindo a ser comemorada em vários locais do país. Em 2003 a data foi fixada no dia 07 de Outubro. Os castelos são uma importante parte da história e refletem a forma como se vivia diariamente, como se organizava a sociedade, como era a cultura da época, etc.
Os castelos serviram, durante muitos anos, para proteger as cidades dos ataques dos inimigos. Eram construídos em sítios muito altos, de onde se pudessem ver os inimigos a chegar e estavam muito bem protegidos e resistiam a quase tudo.
Todos os castelos tinham uma muralha feita de grandes blocos de pedra, formando uma grossa parede recortada no topo pelas ameias. Através delas, os guardas podiam espreitar sem serem vistos. À roda da muralha construía-se um fosso que, por vezes, era cheio de água, com o objetivo de dificultar a entrada de quem não era bem-vindo. A ponte levadiça dificultava muito a entrada ou saída do castelo e os guardas só a levantavam quando não havia perigo por perto.
Quando se viam os exércitos inimigos a aproximar, os habitantes da cidade corriam todos para dentro das muralhas, para se protegerem.
A única maneira das pessoas dentro dos castelos se renderem era quando eram tomados de assalto ou por cerco. Quando se tentava um ataque por assalto, escolhia-se a noite, quando todos dormiam, e colocavam-se escadas junto às muralhas para entrar no castelo de surpresa. Com o cerco ao castelo não se deixava ninguém sair ou entrar: quem lá estava dentro só podia contar com os alimentos e com a água tinham levado. O objetivo era esperar até que o senhor do castelo se rendesse, o que acontecia quando a fome ou a sede se tornavam insuportáveis (mas praticamente todos os castelos tinham um poço). Para não ficarem presos no seu próprio castelo, existia sempre uma porta ou caminho de saída secreto. Mesmo sendo muito fortes, havia ainda outras maneiras de atacar os castelos. Apesar de não fazerem grandes estragos, armas como a catapulta, a torre de assalto ajudavam a desmoralizar as pessoas dentro do castelo e a ir destruindo as muralhas, abrindo brechas para se poder entrar. Outra das maneiras de defender o castelo dos atacantes que tentavam escalar as muralhas era lançar-lhes água e azeite a ferver, assim como afastar as escadas com que tentavam subir.


Descubra os castelos de Portugal em família.
http://familia.sapo.pt/actualidade/tendencias/1264498.html

25º Aniversário da EBVM

A Escola Básica Vale de Milhaços comemorou, no dia 1 de Outubro de 2012, o seu 25º aniversário.
O departamento de CSH associou-se às atividades comemorativas apresentando exposições com trabalhos realizados pelos alunos e dinamizando uma pequena demonstração de jogos tradicionais.
Parabéns a todos os que participaram.
RM


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

202º aniversário da Batalha do Buçaco


A Batalha do Buçaco aconteceu a 27 de setembro de 1810, durante as terceiras Invasões Francesas a Portugal. As tropas portuguesas e inglesas combateram juntas contra o exército francês comandado pelo general André Massena. O comando militar de Massena foi o maior que já invadiu Portugal, com cerca de 65 mil homens. O número não foi, no entanto, suficiente para derrotar o exército anglo-luso. As tropas anglo-lusas foram comandadas pelo Duque de Wellington.

O confronto resultou em 5000 baixas para os invasores e cerca de 1300 para os aliados. A Batalha do Buçaco passaria a significar na História de Portugal um exemplo de tática defensiva em contexto militar. O combate na Serra do Buçaco marcou o início do fim das terceiras Invasões Francesas que viriam a terminar em abril de 1811. Nesse mês, as Linhas de Torres Vedras impediram o exército de Massena de atingir Lisboa e acabaram por provocar a sua retirada de Portugal.

O general francês reconheceu mais tarde que as tropas portuguesas que enfrentou, na maioria constituídas por recrutas, foram das mais eficientes com que se deparou nas batalhas que travou em toda a Europa.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

RECEÇÃO AOS ALUNOS DO 5º ANO

A disciplina de História e Geografia de Portugal
Recebeu os alunos de forma fenomenal:

Seus Trabalhos e atividades mostrou,
Na sua motivação se empenhou…
E o passado irá surgir,
Para um futuro construir!



MJ/RM

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Aconteceu no dia 3 de setembro

O dia 3 de setembro é assinalado pela ocorrência de vários acontecimentos importantes da História de Portugal. Fique a conhecê-los.
http://videos.sapo.pt/vq8zSbBkLYdYS6fRiG8r

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Passaram 627 anos desde a Batalha de Aljubarrota


A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de agosto de 1385 e foi uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. Inovou a tática militar, permitindo que homens de armas apeados fossem capazes de vencer uma poderosa cavalaria. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até hoje. No aspeto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino Independente, abrindo caminho sob a Dinastia de Avis para uma das épocas mais marcantes da história de Portugal, a era dos Descobrimentos.

Associada à vitória dos portugueses nesta batalha, celebrizou-se a figura lendária da heroína Brites de Almeida, mais conhecida como “a Padeira de Aljubarrota”, que com a sua pá terá morto sete castelhanos que encontrara escondidos no seu forno.