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domingo, 7 de outubro de 2012

7 DE OUTUBRO - DIA NACIONAL DOS CASTELOS




O dia Nacional dos Castelos foi instituido em 1984, tendo sido estabelecido o primeiro sábado de Outubro como a data de comemoração. Desde essa altura, com poucas interrupções, esta data tem vindo a ser comemorada em vários locais do país. Em 2003 a data foi fixada no dia 07 de Outubro. Os castelos são uma importante parte da história e refletem a forma como se vivia diariamente, como se organizava a sociedade, como era a cultura da época, etc.
Os castelos serviram, durante muitos anos, para proteger as cidades dos ataques dos inimigos. Eram construídos em sítios muito altos, de onde se pudessem ver os inimigos a chegar e estavam muito bem protegidos e resistiam a quase tudo.
Todos os castelos tinham uma muralha feita de grandes blocos de pedra, formando uma grossa parede recortada no topo pelas ameias. Através delas, os guardas podiam espreitar sem serem vistos. À roda da muralha construía-se um fosso que, por vezes, era cheio de água, com o objetivo de dificultar a entrada de quem não era bem-vindo. A ponte levadiça dificultava muito a entrada ou saída do castelo e os guardas só a levantavam quando não havia perigo por perto.
Quando se viam os exércitos inimigos a aproximar, os habitantes da cidade corriam todos para dentro das muralhas, para se protegerem.
A única maneira das pessoas dentro dos castelos se renderem era quando eram tomados de assalto ou por cerco. Quando se tentava um ataque por assalto, escolhia-se a noite, quando todos dormiam, e colocavam-se escadas junto às muralhas para entrar no castelo de surpresa. Com o cerco ao castelo não se deixava ninguém sair ou entrar: quem lá estava dentro só podia contar com os alimentos e com a água tinham levado. O objetivo era esperar até que o senhor do castelo se rendesse, o que acontecia quando a fome ou a sede se tornavam insuportáveis (mas praticamente todos os castelos tinham um poço). Para não ficarem presos no seu próprio castelo, existia sempre uma porta ou caminho de saída secreto. Mesmo sendo muito fortes, havia ainda outras maneiras de atacar os castelos. Apesar de não fazerem grandes estragos, armas como a catapulta, a torre de assalto ajudavam a desmoralizar as pessoas dentro do castelo e a ir destruindo as muralhas, abrindo brechas para se poder entrar. Outra das maneiras de defender o castelo dos atacantes que tentavam escalar as muralhas era lançar-lhes água e azeite a ferver, assim como afastar as escadas com que tentavam subir.


Descubra os castelos de Portugal em família.
http://familia.sapo.pt/actualidade/tendencias/1264498.html

25º Aniversário da EBVM

A Escola Básica Vale de Milhaços comemorou, no dia 1 de Outubro de 2012, o seu 25º aniversário.
O departamento de CSH associou-se às atividades comemorativas apresentando exposições com trabalhos realizados pelos alunos e dinamizando uma pequena demonstração de jogos tradicionais.
Parabéns a todos os que participaram.
RM


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

202º aniversário da Batalha do Buçaco


A Batalha do Buçaco aconteceu a 27 de setembro de 1810, durante as terceiras Invasões Francesas a Portugal. As tropas portuguesas e inglesas combateram juntas contra o exército francês comandado pelo general André Massena. O comando militar de Massena foi o maior que já invadiu Portugal, com cerca de 65 mil homens. O número não foi, no entanto, suficiente para derrotar o exército anglo-luso. As tropas anglo-lusas foram comandadas pelo Duque de Wellington.

O confronto resultou em 5000 baixas para os invasores e cerca de 1300 para os aliados. A Batalha do Buçaco passaria a significar na História de Portugal um exemplo de tática defensiva em contexto militar. O combate na Serra do Buçaco marcou o início do fim das terceiras Invasões Francesas que viriam a terminar em abril de 1811. Nesse mês, as Linhas de Torres Vedras impediram o exército de Massena de atingir Lisboa e acabaram por provocar a sua retirada de Portugal.

O general francês reconheceu mais tarde que as tropas portuguesas que enfrentou, na maioria constituídas por recrutas, foram das mais eficientes com que se deparou nas batalhas que travou em toda a Europa.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

RECEÇÃO AOS ALUNOS DO 5º ANO

A disciplina de História e Geografia de Portugal
Recebeu os alunos de forma fenomenal:

Seus Trabalhos e atividades mostrou,
Na sua motivação se empenhou…
E o passado irá surgir,
Para um futuro construir!



MJ/RM

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Aconteceu no dia 3 de setembro

O dia 3 de setembro é assinalado pela ocorrência de vários acontecimentos importantes da História de Portugal. Fique a conhecê-los.
http://videos.sapo.pt/vq8zSbBkLYdYS6fRiG8r

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Passaram 627 anos desde a Batalha de Aljubarrota


A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de agosto de 1385 e foi uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. Inovou a tática militar, permitindo que homens de armas apeados fossem capazes de vencer uma poderosa cavalaria. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até hoje. No aspeto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino Independente, abrindo caminho sob a Dinastia de Avis para uma das épocas mais marcantes da história de Portugal, a era dos Descobrimentos.

Associada à vitória dos portugueses nesta batalha, celebrizou-se a figura lendária da heroína Brites de Almeida, mais conhecida como “a Padeira de Aljubarrota”, que com a sua pá terá morto sete castelhanos que encontrara escondidos no seu forno.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

BANQUETE MEDIEVAL




No dia 15 de junho viajámos até à Idade Média. O dia prometia a recriação de um Banquete Medieval. A expectativa era grande e todos ansiavam pelo início das atividades.
Entre as 10:30h e as 15:00h os alunos foram personagens da História. Vestidos a rigor, foram os nobres e o povo que apresentaram óperas, poemas, dançaram, foram bobos e saltimbancos, jogaram xadrez, jogos matemáticos... compraram chás, pomadas medicinais, perfumes, sabão (feito artesanalmente) e também se deliciaram com a comida da época. Quando a hora chegou o banquete iniciou-se e o  casal real, acompanhado da sua comitiva, usufruiu de um grandioso banquete que foi animado pelos bobos, pelos trovadores, pelos dançarinos...
Deixamos algumas imagens e nos próximos tempos poderão apreciar alguns dos momentos inesquecíveis.
A C. do DCSH


terça-feira, 5 de junho de 2012

15 de junho de 2012 - BANQUETE MEDIEVAL


O ano letivo está a terminar e um grande banquete vai-se realizar.

A comunidade educativa está convidada a visitar-nos no dia 15 de junho e a partilhar a vivência de um dia que fique na memória de todos os que participarem na atividade.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Da escola partimos e a História descobrimos-personalidades históricas da toponímia de Vale de Milhaços



Inserida na localidade de Vale de Milhaços, freguesia de Corroios, no concelho do Seixal, a Escola Básica de Vale de Milhaços, comemora este ano o seu 25º aniversário.
Celebrar a sua existência é também recordar e homenagear toda a comunidade educativa que passou por este estabelecimento de ensino.
A articulação desta instituição com a comunidade contribui para a compreensão da realidade envolvente e para a contextualização da escola na história local.
A atividade apresentada foi pensada com o objetivo de possibilitar aos alunos um melhor conhecimento da toponímia da localidade de Vale de Milhaços e da sua relação com a História de Portugal.
Partir da toponímia, da designação dos lugares pelo seu nome, para conhecer personalidades de destaque da História, relacionadas com os conteúdos da disciplina de História e Geografia de Portugal, do 5º ano, do período compreendido entre os séculos XV e XVII, foi o objetivo e o desafio colocado aos alunos.
Pesquisar a informação, elaborar as biografias, realizar os retratos físicos e psicológicos foram pequenas batalhas travadas pelos alunos que permitiram a articulação de conteúdos de Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal, Educação Visual e Tecnológica e Estudo Acompanhado.

A organização

sábado, 12 de maio de 2012

Touro de cerâmica com quase 3 mil anos encontra-se exposto em Beja

No âmbito da empreitada de construção do Troço de Ligação Pisão-Beja do Subsistema de Rega do Alqueva foi recuperada uma escultura milenária de um touro.
A obra de arte em cerâmica, que data do séc. VII/VI a.C. e tem 23 cm de altura, representa um animal em posição de descanso e, dada a sua relevância científica e valor iconográfico, encontra-se em exposição na galeria de exposições da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S.A., em Beja.
A peça, que poderá ser apreciada até ao próximo dia 29 de junho, foi encontrada no sítio arqueológico de Cinco Reis 8, uma necrópole da 1ª Idade do Ferro, que constitui uma das intervenções arqueológicas realizadas pela EDIA no âmbito da minimização de impactos da implantação do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, e que contribui para enriquecer o conhecimento da História da região.


terça-feira, 8 de maio de 2012

EXPOSIÇÃO SOBRE PROBLEMAS AMBIENTAIS

Visita a exposição de trabalhos sobre os problemas ambientais e as respetivas causas e medidas de solução que decorre na Escola Básica de Vale de Milhaços, no Pavilhão A, junto à Biblioteca Escolar, de 7 a 11 de Maio de 2012. Estes trabalhos foram elaborados por alunos das quatro turmas do 9º ano de escolaridade.
Nesta exposição e em diferentes maquetas é possível identificar os grandes problemas ambientais que afetam atualmente o nosso planeta, nomeadamente o aumento do efeito de estufa, a destruição da camada de ozono, as chuvas ácidas, a desflorestação e a poluição das águas. Os trabalhos também retratam as diferentes atividades humanas responsáveis pela degradação ambiental, ao mesmo tempo, que procuram apresentar soluções para diminuir o impacto da ação humana sobre o ambiente.
O grande objetivo desta exposição é alertar e sensibilizar a comunidade escolar para os problemas ambientais e para a necessidade de aplicar medidas que permitam preservar a qualidade ambiental.

Lembra-te: preservar o meio ambiente é uma responsabilidade de todos nós.

Célia Fonseca


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Entrevista a um militar que conheceu as ex-colónias portuguesas em África durante o período da guerra colonial

Germano Mesquita
Quais foram as ex-colónias africanas que conheceu e quais as que se encontravam em guerra com Portugal?
“Conheci Angola, Cabo Verde, Guiné e S. Tomé e Príncipe mas não conheci Moçambique.                      
Destas estavam em guerra Angola, Guiné e Moçambique.”
Qual a colónia onde esteve, em que período e porquê?
“Em comissão de serviço estive na Guiné no período de 1966 a 1968, porque entrei na marinha para cumprir o serviço militar, que naquele tempo era, no mínimo, de 4 anos e em 1966 fui mobilizado para a Guiné.”

 Porque é que havia guerra nessa altura?
“Naquela altura havia guerra porque no passado quase todo o continente africano tinha sido colonizado par vários países da Europa entre os quais Portugal (além de Espanha, França, Bélgica, Inglaterra e outros).
A maioria desses países nos anos 60 já tinham dado independência às suas respetivas colónias mas, Portugal, teimosamente, considerava as colónias africanas como “províncias ultramarinas” e parte integrante do nosso país. Ora os representantes dessas colónias pretendiam a independência das mesmas e então, formaram grupos de guerrilheiros que receberam apoio em instrução, dinheiro e material de guerra para combaterem as nossas tropas.

Pelos anos 1961, 1962 e 1963 esses grupos, instruídos e armados, iniciaram ataques às populações de cidades, vilas e aldeias que colaboravam com as autoridades portuguesas.
O nosso governo, na altura dirigido pelo Dr. Oliveira Salazar, mandou mobilizar tropas para as colónias em guerra, com vista a defender essas zonas onde havia ataques. Inicialmente, essa decisão pereceu-me correta e justa mas só devia ter durado o tempo suficiente para contactos diplomáticos e negociações com vista à independência dessas terras. Não tendo acontecido isso, a guerra prolongou-se por cerca de 13 anos com prejuízos elevados para a economia portuguesa.
Essa guerra só acabou com a revolução levada a cabo pelos militares em Portugal a 25 de Abril de 1974.”

Como viviam a populações dessas terras? Havia boas condições de vida?

“A grande maioria da população vivia miseravelmente quer nas cidades quer nas zonas rurais.
A Guiné nesse tempo (e infelizmente ainda hoje) era um território pequeno, pobre, pouco produtivo e mal administrado.
A população era (e ainda é) constituída por muitas “etnias” (espécies de tribos). Estas “etnias” não tinham grande interligação umas com as outras com exceção dos mestiços oriundos de Cabo Verde.
A marinha e a minha especialidade de Fuzileiro tinham grande importância na Guiné, pelo domínio dos rios e pela segurança às embarcações de comércio.

A população alimentava-se quase exclusivamente de arroz, de algum peixe, da carne de alguns dos seus animais domésticos e fruta (entre as quais banana, manga, papaia, laranja e abacaxi).

A mortalidade infantil era muito elevada devido a estas más condições de vida e a esperança média de vida daquelas pessoas oscilava entre os 45 e os 50 anos.”

Como conseguiam lá viver nesse tempo?
“A adaptação custou um pouco essencialmente devido ao clima (quente e húmido) principalmente na época de Verão e também às melgas e mosquitos que eram uma praga.
A alimentação era razoavelmente boa, tínhamos bons apoios da Marinha e tínhamos tido um bom treino em ambiente adverso; sabíamos o que era andar em pântanos e poupar água (2 litros por 24 horas para beber e para a higiene).
Fora da cidade tive duas situações que foram apenas exceções:
UMA DAS SITUAÇÕES - 3 meses numa ilha à saída do Atlântico, foz do rio Geba, fazíamos segurança à estação radionaval e ao farol para orientação dos navios.
Aí havia cerca de 12 famílias de nativos, nossos amigos, e a ilha tinha cerca de 300 metros de raio. Não havia guerra mas havia falta de alimento pelo que tínhamos de ir à caça às ilhas vizinhas.
OUTRA SITUAÇÃO - 5 meses na ilha Bolama. Era uma ilha europeia mas abandonada, no entanto tinha água excelente quer doce quer a do mar, quase transparente e com boa temperatura, havia fartura de peixe e o clima era ótimo e quase não havia mosquitos porque aí havia uma “comunidade de vampiros” ou seja, morcegos grandes, que de noite deles se alimentavam”.
Deu-se bem com essas condições? Sentiu saudades de casa e da sua família?
“Adaptei-me bem, só custaram os primeiros 2 meses devido ao clima. Estávamos bem preparados e mentalizados.
Senti saudades da família e amigos mas custou-me menos que à maioria dos meus camaradas militares.”
Durante o tempo que esteve na Guiné comeu alguma coisa que fosse fora do habitual?
“Sim, pode parecer estranho mas comi:
-Carne de macaco, sem saber o que era, foi uma brincadeira de mau gosto de uns meus amigos, mais velhos que eu.

-Carne de hipopótamo, que é semelhante à de bovino, pois é herbívoro. Comi por curiosidade e livre vontade.
-Carne de pelicano, por necessidade. Saímos numa missão com duração prevista de 8 dias nos rios e, por dificuldades, prolongou-se até 12 dias.
Como se tinham acabado os nossos alimentos tivemos de recorrer à apanha de peixes e à caça de aves marinhas, porque os nativos só tinha arroz e peixe seco que cheirava muito mal”.

Entrevista a Germano Mesquita (avô materno da aluna)
Madalena Silva 6ºI Nº18



                                                        


quinta-feira, 19 de abril de 2012

D. Nuno Álvares Pereira, importante figura histórica do concelho do Seixal

No dia 19 de abril, o professor Manuel Lima veio à nossa escola falar sobre a vida de D. Nuno Álvares Pereira, como homem, religioso e militar. A sessão foi destinada aos alunos do 5º G e 7º B que ficaram presos à forma como a história foi apresentada e relatada.
Através da viagem até ao século XIV ficámos a conhecer factos reais e "Estórias da História", onde a imaginação se cruza com a realidade.
Para conhecer esta importante figura:

segunda-feira, 16 de abril de 2012

2ªs OLIMPÍADAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

Na quinta-feira dia 12 de Abril tiveram lugar, na Biblioteca Escolar da escola sede do Agrupamento, as provas finais das Olimpíadas do Estudo de Meio/ vertente História de Portugal relativas às turmas do 4.º ano de escolaridade.

Os alunos participaram com empenho na actividade. Foi um sucesso!
Seguidamente procedemos à entrega dos prémios.




A professora Valentina Pereira

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A HERANÇA PORTUGUESA PELO MUNDO

No início do século XV, Portugal deixou o isolamento da Península Ibérica e  aventurou-se pelos oceanos, construindo o império português que podemos relembrar através da visualização deste vídeo.



sábado, 7 de abril de 2012

DEBAIXO DO SOLO DA CIDADE DO PORTO

Por acaso conhecem o que existe debaixo do solo da cidade do Porto...?

Então vejam estas 66 fotos... e não são esgotos.!
A obra foi autorizada por Filipe I (Filipe II de Espanha) e a construção durou 90 anos...!

 
Clique nas miniaturas que aparecem do lado esquerdo. Há 4 páginas...
http://amen5.no.sapo.pt/Album-Subterraneos%20do%20Porto/index.html