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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Comemorações dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques


A Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Vale de Milhaços comemorou os 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques, através de uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos das turmas de 5º ano, a qual decorreu entre os dias 11 e 18 de Março.
Os alunos participaram com muito interesse na realização desses trabalhos e a exposição cumpriu os objectivos propostos.


Os professores Sandra Nascimento e António Abreu

domingo, 20 de março de 2011

MEMÓRIAS

Guerra Colonial


O meu avô António José esteve na guerra colonial no Norte de Moçambique entre o ano de 1964 e 1966. Em 1964 as tropas eram enviadas para defenderem os interesses coloniais, o meu avô foi de barco para Moçambique, a viagem demorou 30 dias e chegaram ao porto de Nacala.
No caso de Moçambique em 1965 começou a guerrilha entre as tropas portuguesas e a Frelimo, as tropas portuguesas sofriam muitas vezes emboscadas, mas o meu avô como era motorista do comandante não ia nessas expedições.

Manuel Cardoso 6ºE Nº 19


Nome: José Emídio (tio de meu pai)

Foi para: a Índia
Foi para a guerra em: o Agosto de 1954
Problemas: não havia quartéis suficientes, a água não chegava para beber nem tomar banho, nesses quartéis não havia luz e faziam tudo às escuras.
Esteve na guerra durante: um ano e meio
Meio de transporte que utilizou para ir para a Índia: Barco, para ir demorou 8 dias e para vir demorou 22 dias. Ele embarcou no primeiro barco para ir para a Índia.
Outros: José Emídio não participou na guerra. Ele era um soldado que trabalhava e preparava tudo para quando os outros soldados chegassem terem tudo pronto.



Lara, 6º E

1-Conheceu alguém que tenha estado na guerra colonial?

Sim, um amigo.

2-Onde é que ele esteve?
Na Guiné como marinheiro de patrulha.

3-Em que ano?
Entre 1972 e 1974.

4-Quais eram principais problemas e dificuldades?
Os principais problemas eram o clima de dia havia muito calor e á noite muito frio, havia várias doenças uma delas o paludismo, também havia muitos animais selvagens típicos da região como por exemplo crocodilos e também muitas pragas sazonais de mosquitos e outros parasitas, a alimentação também era muito fraca e estavam 2, 3 ou mais anos longe da família e só se correspondiam por cartas.


Daniel Estevão, 6º A



Guerra Colonial



O meu avô esteve na Guerra Colonial, na marinha, de 1972 até 1974.
Tinha como cargo Cabo Radarista.
A sua função era ver se se aproximavam navios ou aviões inimigos.
O meu avô esteve em Angola, Cabo Verde, Guiné e S. Tomé e Príncipe.
Havia muito convívio e ainda hoje se juntam para almoçarem juntos.


Inês Lambido, Nº 17, 6ºB


Depoimento de alguém que esteve na Guerra Colonial


Conheces alguém que esteve na guerra colonial?
Sim, o meu vizinho.
Onde esteve e quando?
Combateu em Angola entre 1965/67 e em Guiné entre 1968/74.
Quais eram os principais problemas?
Os alojamentos eram muito maus, por vezes dormia-mos na mata e o outro problema era o afastamento da família.

Alguma vez foi ferido?
Sim fui ferido três vezes numa emboscada: na cabeça, na coluna e numa perna, fiquei coxo para sempre.
Viu morrer algum dos seus amigos?
Sim, houve um que ia a correr e ao ficar preso num arbusto, a granada que tinha na mão explodiu. Quando nos aproximámos apenas vimos os pés dentro das botas!

Quando é que se veio embora?
Em 1974 quando se deu o 25 de Abril.
João Matias, nº 18 – 6º B


O bisavô da minha prima Patrícia, desde sempre viveu num ambiente relacionado com a política. Já o seu pai, amigo de Bernardino Machado, era um grande republicano, tendo sido abatido por engano no dia 5 de Outubro de 1910 na Praça do Marquês de Pombal, por não ter ouvido e respondido a uma senha. (Foi em sua casa que se começaram a fazer os primeiros modelos do que mais tarde seria a primeira bandeira da República Portuguesa).
De seu nome Raúl Leal, era trabalhador na alfândega e comunista.
Viveu alguns anos com a minha bisavó Ermezinda e a minha tia Dália, até 1930.
A partir desta data, deixou a minha bisavó e era preso para interrogatórios na cadeia do Aljube ou passava dias na clandestinidade. Durante os interrogatórios (nomes, moradas) era suspenso pelos pulsos e sacos de areia batiam-lhe no peito e nas costas.
Após a sua hospitalização pouco tempo resistiu, morrendo tuberculoso em 1938.
Durante o tempo que não trabalhava (devido à sua actividade política não conseguia ter emprego), eram os colegas que juntavam dinheiro para ajudar a criar os irmãos da minha tia Dália. Também a minha bisavó contribuía com o que podia para ajudar a que os irmãos da filha tivessem uma vida um pouco menos difícil.
Catarina Andrade, 6º C
 
ENTREVISTA AO MEU AVÔ
Tive vários familiares que estiveram na guerra, entre eles o meu avô paterno que foi o que entrevistei.

-Avô, em que país Africano estiveste na guerra colonial?
R: Estive em Guiné-Bissau.

-Em que ano é que lá estiveste?
R:Foi em 1964.
-Quais eram os principais problemas?

R:Na zona onde eu estivenão havia problemas, era na zona de manutenção, arranjávamos os carroa,tratávamos das munições, mas tinha colegas que estavam na frente de combate,aì corriam risco de vida pois davam-se os combates, havia muitos feridos e mortos, era o pior.
Gonçalo Casqueiro, 6º C

 
O meu avô Fernando da parte da minha madrasta esteve na guerra de Ultramar.
Esta guerra durou entre 1961 e 1974.
Pelo que ele me disse as principais dificuldades eram o peso da mala e da arma que teria de levar, as doenças como a gripe e doenças intestinais causadas por alguns frutos silvestres e a água não potável, os animais que eram os hipopótamos, leões, rinocerontes, crocodilos…Etc
O racionamento de água pois esta tinha de ser levada em pequenos cantis para que quando acabasse se pudesse reabastecer nos rios próximos, a vegetação porque caso essa seja muito densa era difícil ver as tropas inimigas, a falta de pontes para atravessar os rios e é tudo.
Por isso se estiverem a ler isto devem ver as dificuldades de estar numa guerra.
Manuel, 6ºC

 
Um tio do meu pai esteve no ultramar no período em que havia guerra. O meu tio e muitas outras pessoas foram destacados para Timor. Para lá a viagem foi feita de barco e teve a duração de 1 mês. Essa foi a primeira dificuldade pois custou-lhe imenso habituar-se aos movimentos do barco. Nos primeiros dias foram muitos os enjoos.
Em Timor teve de habituar-se ao clima quente e às picadelas dos muitos mosquitos e bichos que lá havia e doenças. As maiores dificuldades que ele teve foram a distância e as saudades da família pois ele não esteve em zona de combate. Havia sempre algum risco quando faziam patrulhas pelo mato, mas nunca houve grandes conflitos. Esteve lá no período de 1971 a 1974 e a viagem de regresso foi feita de avião.

Catarina Laranjeira, 6º C

Entrevista

Catarina – Olá pai! Vamos então começar a entrevista? Primeiro de tudo, gostaria de saber onde viveste?
Pai – Vivi na Guiné.

Catarina – Muito bem, e durante quanto tempo viveste na Guiné?
Pai – Vivi lá durante 7 anos.

Catarina – E fizeste lá algum ano de escolaridade?
Pai – Fiz a 1ª e a 2ª classe.

Catarina – Está bem, o avô combateu na Guerra Colonial?
Pai – Ele não era militar, trabalhava para o Estado, fazendo sondagens.

Catarina – E a avó, o que fazia, nesse cenário?
Pai – Ela tomava conta dos filhos, como todas as mulheres na altura.

Catarina – Tens algumas memórias?
Pai – Lembro-me da minha casa, lembro-me dos jardins de Bissau e também de passear no Porto de Bissau.

Vivia na capital, lembro-me de um dia estar na escola e haver um ataque dos terroristas contra a zona perto da minha escola. O meu pai foi-me buscar a mim e ao meu irmão, com uma arma, tivemos de sair de lá debaixo de fogo e tiros.

Catarina – Tu, o padrinho e os avós levavam uma vida descansada?
Pai – Levávamos, porque a guerra estava distante. Só no final da guerra, começaram a atacar Bissau.

Catarina – Tens algumas fotos, cartas ou alguns vestígios dessa época?
Pai – Só alguns selos e fotografias na casa da tua avó.

Catarina – Depois do 25 de Abril, como foi?
Pai – Quando houve o 25 de Abril de 1974, eu, a minha família e todos os Portugueses que viviam nas Colónias, fomos forçados a voltar a Portugal, tendo deixado todos os bens da família para trás. No total regressaram a Portugal, numa das maiores pontes aéreas da história humana, cerca de um milhão de Portugueses.

Catarina – O que achas da atitude de Salazar face à Guerra Colonial?
Pai – No contexto da época, quando a guerra colonial começou, a posição do Dr. Salazar face à mesma, era a posição de qualquer Português patriota, ou seja a salvaguarda dos interesses de Portugal. O que deveria ter acontecido, à medida que a guerra se foi prolongando, era o Estado Português ter começado a negociar com os beligerantes, uma saída negociada para o conflito, que salvaguardasse os interesses dos Portugueses que lá viviam.
Como isso não aconteceu, após a revolução, a maioria das pessoas que lá viviam foram forçadas a regressar a Portugal, praticamente só com a roupa que tinham no corpo.
Trabalho realizado por:

Catarina Pestana Faria Nº7 6ºE

Com a participação de:

Rui Elias de Faria – PAI – 43 ANOS
Guerra Colonial 

Catarina Andrade, 6º C
1-Conheceu alguém que tenha estado na guerra colonial?
Sim, um amigo.  
2-Onde é que ele esteve?
Na Guiné como marinheiro de patrulha.
3-Em que ano?
Entre 1972 e 1974.
4-Quais éramos principais problemas e dificuldades?
Os principais problemas eram o clima de dia havia muito calor e á noite muito frio, havia várias doenças uma delas o paludismo, também havia muitos animais selvagens típicos da região como por exemplo crocodilos e também muitas pragas sazonais de mosquitos e outros parasitas, a alimentação também era muito fraca e estavam 2, 3 ou mais anos longe da família e só se correspondiam por cartas.
Daniel Estevão, 6º A


O meu avô participou na guerra colonial na Guiné durante o período de 1960 a 1972, na C.CAÇ (companhia em que só os graduados eram brancos).
Houve algumas dificuldades tais como: durante um mês foram atacados todos os dias às 12 e à meia-noite (no 1º sono), falta de higiene, etc.
O meu avô viu muitos camaradas seus a morrer e também muitos a ficarem feridos e terem de ser cortados os seus membros e a terem problemas psicológicos. Só para terem uma noção quando o senhor da cozinha deixava cair a tampa da arca frigorifica todos os camaradas ficavam em posição de guerra pois a tampa ao cair fazia um som que parecia o de um canhão.
Uns anos mais tarde o meu avô voltou à Guiné devido a trabalhar na T.A.P, e ele estava na esplanada e ouviu chamar Costa, Costa, Costa e quando se virou para trás viu que era um antigo camarada seu e o camarada em lágrimas disse: “ Costa, porquê é que vocês se foram embora?”.
Mas penso que assim consigo dizer tudo.
Valeu a pena? Como disse o poeta “ tudo vale a pena se a alma não é pequena…” e o povo português tem uma alma muito grande!
Inês Ferreira, 6º C
 

O meu tio António esteve na guerra colonial, em S.Tomé e Príncipe entre 1965 e 1967.
Não havia problemas no sítio onde o meu tio tinha estado que era a Polícia Militar, mas raramente havia desacatos entre a população de S.Tomé e Príncipe. Não havia muitos confrontos mas a polícia militar servia para os controlar se eles existissem.

Gonçalo Serôdio, 6º C



As dificuldades antes do 25 de Abril de 1974


O meu avô nasceu em 1938, logo quando começou a guerra. Nessa altura, até ao 25 de Abril de 1974 as pessoas não tinham muito dinheiro, quando diziam a sua opinião eram reprimidas e não tinham tantas possibilidades como nós temos agora, tinham uma vida difícil.

Organizavam-se muitas revoltas e isso causava instabilidade na vida das pessoas. Mesmo trabalhando o dia todo, o orçamento não chegava nem para brinquedos. Eles eram feitos por pessoas que faziam brinquedos com pequenas ferramentas e a roupa era feita com a lã das ovelhas pelas pessoas que trabalhavam nessa área, chamadas tecedeiras. E a pior das dificuldades das pessoas era viverem descansadas pois estavam sempre a ser perseguidas (nessa altura havia imensas dificuldades).

Testemunho do avô da Joana Meneses, 6º C


segunda-feira, 14 de março de 2011

Visita de estudo à Associação “Amigos dos Castelos”

Foi nos dias 22 e 25 de Fevereiro do presente ano que as turmas do 5ºC, D, E, F respectivamente realizaram uma visita de estudo à Associação “Amigos dos Castelos”.
 A visita constou de duas actividades, nomeadamente, a realização de um percurso pedestre pelas ruas da Mouraria em volta do castelo de S. Jorge, em que um guia da associação foi salientando as características medievais que ainda restam nalgumas zonas da cidade de Lisboa.
Por outro lado, realizou-se uma actividade interactiva, através da reconstituição de alguns passos da vida quotidiana da época medieval. Os alunos demonstraram um vivo interesse nestas actividades, participando com elevado empenho nas actividades propostas.

sexta-feira, 4 de março de 2011

MUSEU DO AZULEJO

No dia 4 de Março de 2011, as turmas 6º A e 6º B realizaram uma visita de estudo ao Convento Madre de Deus, onde se encontra o Museu do Azulejo.
Aproveite para contemplar o belissímo património que existe no nosso país e faça uma visita a este espaço porque não se irá arrepender.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SEMANA DA MORAL EVANGÉLICA

No ambito da semana da disciplina de EMRE decorreu na semana de 21 de Fevereiro até ao dia 28 do mesmo, uma exposição de divulgação da disciplina, com o objectivo de promover alguns aspectos de caracter informativo.
O principal objectivo foi mostrar que é possivel crescer, compreender e respeitar o próximo mesmo que possam existeir algumas diferenças entre nós.

O docente António Ferreira

A JANELA DA HISTÓRIA

Para dar continuidade ao placard designado “Janela da História”, durante o mês de Fevereiro, os alunos do 5ºC e 5º D deram o seu contributo com alguns trabalhos de pesquisa.
Salientaram, assim, dos acontecimentos históricos, o regicídio de 1908 bem como uma biografia de D. Afonso Henriques, numa altura em que se caminha para os 900 anos da fundação de Portugal.




  

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

VISITA DE ESTUDO AO CONVENTO DE MAFRA


No dia 14-02-2011 fomos a uma visita de estudo ao convento de Mafra mandado construir por D. João V, em 1717, em cumprimento de uma promessa para que a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência.
Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi um dos finalistas para uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.

No convento de Mafra visitámos os seguintes lugares:
Igreja do Palácio Nacional de Mafra;
A Sala dos Destinos;
A Sala Amarela do Palácio;
A Sala de caça;
Biblioteca do Convento;
Casas de banho do Rei e da Rainha;
A Sala de divertimentos;
O Quarto do Rei e da Rainha;
A Sala de chá.
Participámos na seguinte actividade:
Ao terminar o lanche da manhã estávamos em frente de uma porta do convento, quando esta se abre e, de repente, sai por ela um homem vestido de frade. Ao início pensávamos que era alguém com uma deficiência mental, porque estava a falar muito alto e vestido de forma peculiar, mas não! Era um actor a fazer de monge!
Todos nos vestimos de monges e tentámos reviver um pouco da vida destes no convento.
Fizemos um remédio da época: sumo de laranja e mel com limão e açúcar triturado.
Fomos à sala dos enfermos onde um colega representou um monge doente e bebeu o remédio que tínhamos feito.
Fomos, também, à cozinha onde o irmão frade nos distribuiu pão, para comermos.
De seguida, fomos a pé até ao quartel militar, onde almoçámos e fizemos várias actividades, tais como:
O jogo da macaca;
Aprendemos como ser militar;
Andámos a cavalo.
Finalmente, muito cansados, só com vontade de ir embora, entrámos no autocarro de regresso à nossa escola em Vale de Milhaços.
Foi super divertido!!

Eva Carvalho Turma 6º G - Nº 7                        Prof ª: Maria de Jesus

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Visita de estudo ao Museu das Comunicações

Os alunos das turmas 6º A, 6ºB, 6º E, 6ºH e 6ºI visitaram a exposição “Comunicar na República” que se encontra patente no Museu das Comunicações.
Começámos a viagem no final do século XIX e viemos até ao presente. Ficámos a conhecer os vários meios de comunicação utilizados em Portugal ao longo dos últimos cem anos e foi difícil observar todos os objectos que se encontravam expostos. Ficam aqui algumas imagens e o desafio para que visitem a exposição.
RM






Palácio de Monserrate

No dia 28 de Janeiro os alunos da turma 6º C visitaram o Parque de Monserrate, em Sintra.



A actividade consistiu numa caça ao tesouro e os alunos tiveram de ser exploradores e seguir as pistas que os levaram a encontrar o tesouro final. Para a descoberta de cada uma das pistas os alunos tinham de aplicar conhecimentos sobre a flora e a fauna existentes.
Viveram-se momentos de aventura que terminaram com um merecido descanso junto ao belíssimo Palácio de Monserrate.


RM

Visita de estudo ao Palácio da Pena

Nos dias 28 de Janeiro, 11 e 18 de Fevereiro os alunos das turmas, 6ºB, 6º C, 6º D, 6º E, 6ºH e 6ºI realizaram visitas de estudo ao Palácio da Pena.
 
A visita iniciou-se com a subida pedestre da Serra, a partir do Largo de S. Pedro e a caminhada pelo meio do arvoredo permitiu contactar com a natureza, sentir os seus cheiros e sons e observar espécies vegetais diversificadas.






A visita foi dinamizada por um guia que cativou os alunos com as histórias que contou e as informações que transmitiu sobre as personalidades históricas que habitaram no palácio.




Ao visitar cada um dos espaços viajámos no tempo e sentimos o ambiente das épocas passadas. Cada sala despertava sensações e um misto de admiração ao sabermos que os nossos últimos reis estiveram presentes em cada um daqueles espaços.
A vista exterior, para uns, nítida e grandiosa, para outros, enublada e misteriosa, fez-nos compreender que D. Fernando não tivesse conseguido resistir aos encantos daquele lugar e o tivesse escolhido para a construção do palácio.
Um lugar para voltar a colocar na agenda e visitar sempre que for possível…

RM

Visita de Estudo ao Palácio Nacional de Queluz

No dia 4 de Fevereiro os alunos das turmas 6º A e 6º F realizaram uma visita de estudo ao Palácio Nacional de Queluz e ao Museu das Comunicações.



 

O palácio de Queluz localizado na cidade de Queluz, no concelho de Sintra, distrito de Lisboa, foi construído no ano de 1727 no século XVIII. Quem o mandou construir foi D. Pedro III e quem trabalhou foram arquitectos portugueses tais como Mateus Vicente de Oliveira, Manuel Caetano de Sousa e um arquitecto - escultor francês João Baptista Robillon.
Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha Maria I.
Os estilos que existem no palácio são o barroco, rococó e neoclássico.
Na decoração exterior, o palácio abre dois braços curvos e existe um Jardim Grande.
As salas existentes do palácio são as salas Açafatas, Toucador da Rainha, sala de Trono, Sala D. Quixote e o Corredor das Mangas.
O nome Queluz é de origem Árabe e provém de “Qa Al – luz” , que significa Vale da Amendoeira.
Conta-se também que em tempos remotos, um príncipe se perdeu na região com a sua comitiva de caçadores, sendo já noite, avistou ao longe uma luz e exclamou: que – Luz! Refere ainda a lenda que eles se dirigiram para essa luz que estava na ermida de Nossa Senhora da Conceição.

Francisco, nº 19 e Tiago, nº 27, 6º A


No dia 4 do mês de Fevereiro de 2011, pelas 08:15h, a turma F do 6º ano partiu, da nossa escola (Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Vale de Milhaços), de autocarro para fazerem uma visita de estudo ao Palácio de Queluz e ao Museu das Comunicações, em Lisboa. Nesta viagem os alunos foram acompanhados pelos professores Carlos Matos, Cristina Sanches e Luzia Rodrigues. O Palácio de Queluz tem cerca de 16 hectares e era o local onde a Família Real passava as suas férias. A sua construção é voltada para um grande e bonito jardim, permitindo aos hóspedes um fácil acesso àquele espaço verde.
Neste palácio foram visitados os seguintes espaços: a Sala de Bailes, a Sala da Música, a Capela, o Lanternim, os Aposentos da Princesa, a Sala de Escultura, a Sala de Fumo, a Sala do Café, a Sala de Jantar, a Sala do Canto, a Sala dos Azulejos, a Sala dos Archeiros, a Sala dos Particulares, a Sala dos Embaixadores e a Sala do Trono.
Foi também possível assistir a três peças de teatro. Uma na sala de jantar, que ilustrava a vida da criada da cozinha e finalizou com a oferta de uma receita chamada “Frangos Doces”. A outra na Sala do Canto, onde uma Marquesa estava a ter aulas de Música com o Mestre. E a última na Sala do Trono, onde apresentaram uma dança chamada “minuete”. Esta dança caracteriza-se por pequenos passos. Por último visitaram a Loja das Lembranças e o jardim. Foi neste jardim que os alunos almoçaram.
A viagem continuou e pelas 14:00h chegaram ao Museu das Comunicações. Este museu é constituído por três partes: 1ª Republica, Estado Novo e Pós 25 de Abril. No entanto apenas visitaram o espaço correspondente à 1ª Republica.
Nesta visita gostei de todos os espaços visitados do Palácio porque demonstrava a arte e o quotidiano no século XVIII. Não apreciei tanto o Museu das Comunicações porque não nos permitiram experimentar alguns dos materiais expostos.
Esta visita ajudou-me a compreender melhor a matéria leccionada em História e Geografia de Portugal.

Estela Flambó

Turma: 6º F

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O QUOTIDIANO PORTUGUÊS NO SÉC. XIX - de 31 de Janeiro a 11 de Fevereiro


Os alunos do 6º ano surpreenderam-nos com a apresentação de trabalhos que revelam uma grande criatividade e originalidade. O tema proposto pelas docentes foi "O quotidiano português no século XIX" e os alunos podiam optar por realizar trabalhos sobre vários subtemas: A vida quotidiana no campo, na cidade, os meios de transporte e de comunicação, o vestuário, as inovações, a arte e a cultura.
As formas de apresentação podiam variar e foram elaboradas maquetes, cartazes e brochuras.
Queremos agradecer aos encarregados de educação que acompanharam a realização de alguns dos trabalhos expostos, o que mostra o interesse e o envolvimento da família.

sábado, 29 de janeiro de 2011

OS MEIOS DE TRANSPORTE NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

Os principais meios de transporte, no século XIX, em Portugal eram: o barco a vapor, o comboio a vapor, o automóvel e a mala-posta ou diligência.
O barco e o comboio a vapor foram construídos com base na invenção da máquina a vapor de Thomas Savery.
O automóvel era parecido com uma carroça mas em vez de cavalos, tinha um motor e era guiado por um volante. Por debaixo dos bancos guardava-se o carvão para alimentar o motor.
 
MALA-POSTA OU DILIGÊNCIA
A mala-posta ou diligência era um tipo de carroça muito simples, puxada por duas parelhas de cavalos e construída em madeira e, por vezes, tinha finos panos em cima. 
Servia para transportar correio, mercadorias e pessoas.
A curiosidade deste transporte: A partr de 1855, começou a circular a Malaposta na Estrada Lisboa-Porto. Demorava 34 horas, sendo os cavalos substituídos vinte e três vezes durante a viagem.

COMBOIO A VAPOR
O comboio a vapor é um meio de transporte terrestre que foi inventado na segunda metade do século XIX.
Era constituído por uma locomotiva e diversas carruagens, que serviam para transportar mercadorias e pessoas que queriam viajar.
O comboio era feito de ferro, madeira e cobre.
Antes de inventarem o comboio a vapor, a viagem era mais demorada, cara e insegura, mas, com a sua invenção a viagem passou a ser menos demorada, mais barata e segura.
A curiosidade deste transporte: a primeira linha-férrea em Portugal ligava Lisboa ao Carregado.









BARCO A VAPOR
O barco a vapor, é um meio de transporte fluvial e marítimo que, também foi inventado na segunda metade do século XIX.
Era um barco a que foi aplicada uma máquina a vapor, e que servia também para transportar mercadorias e pessoas.
Era feito de madeira, ferro e cobre.
Quando o barco a vapor não existia, as viagens, feitas à vela, podiam demorar semanas ou meses, mas com a aplicação do motor ao barco, as viagens podem demorar apenas horas ou alguns dias.
A curiosidade deste transporte: os primeiro barcos a vapor, tinham duas rodas de pás, que faziam a propulsão do barco, uma de cada bordo, tendo posteriormente evoluído para uma roda de pás na popa.

O AUTOMÓVEL

O automóvel é um meio de transporte terrestre, que foi inventado na segunda metade do século XIX.
Era uma espécie de carroça com uma máquina a vapor atrás, um volante e um espelho de vidro. Servia para transportar, em média, 2 pessoas e por baixo dos bancos guardava-se o combustível destas máquinas, o carvão.
Era feito de madeira, ferro, cobre e algumas partes de vidro.
Quando o automóvel não existia, tinham de optar de andar de carroça.
A curiosidade deste transporte: durou pouco a aplicação da máquina a vapor ao automóvel, porque em 1886 Karl Benz inventou e construiu um automóvel com motor a gasolina, durou até hoje.

Renato Alexandre Gameiro Simões, nº 24, 6ºD

ORIGEM E IMPORTÂNCIA DAS VACINAS

O nome do inventor da primeira vacina foi Edward Jenner.

Ele nasceu a 17 de Maio de 1749 e morreu a 26 de Janeiro de 1823. Tem nacionalidade britânica e inventou a primeira vacina da varíola a 14 de Maio de 1796, que foi aplicada no século XVIII.

A vacina tem como função tornar o organismo imune a algumas doenças como o cancro, a varíola, o tétano etc...

A palavra vacina vem do latim “vaccinia”. “Vaccinia” vem da palavra “vaca” e é o agente infeccioso da varíola bovina, que, quando é injectado no organismo humano o torna imune à varíola.
Ana Filipa, Nº 1, 6º D


A PRIMEIRA MÁQUINA A VAPOR

A primeira máquina a vapor foi inventada por Thomas Savery, nascido em Inglaterra no ano de 1610 e falecido em 1715. Foi engenheiro militar vocacionado para a mecânica, a matemática e a filosofia natural.

Em 2 de Julho de 1698, Thomas Savery patenteou a primeira máquina a vapor, cujo objectivo era drenar a água da infiltração das minas, através de uma bomba.

Depois de aquecida a água num caldeirão até á sua fervura, esta máquina com válvulas manuais, permitia a entrada do vapor num cilindro. Posteriormente despejava-se água fria provocando a condensação do vapor no interior do cilindro. Uma vez condensado o vapor, abria-se uma válvula, por forma a que o vácuo criado puxasse a água para fora da mina através de um cano.

Catarina Pestana Faria, Nº 7, 6º E